Evangelista relata avivamento no Oriente Médio: “Vi mil muçulmanos se renderem a Cristo”

Apesar da intensa perseguição aos cristãos, o Oriente Médio está sendo marcado por um avivamento, de acordo com Vernon Brewer, fundador da organização missionária World Help.

Ele conta que este movimento está acontecendo, em especial, no Irã e ao longo da fronteira com a Síria. “Só no ano passado, em uma clínica médica na fronteira com a Síria, vimos 1.000 muçulmanos se tornarem seguidores de Cristo”, disse Brewer ao site Charisma News.

A World Help faz parcerias com organizações locais para equipar as comunidades com itens essenciais, como alimentos, medicamentos e Bíblias.

“Quando perguntei aos voluntários da clínica qual era o seu método evangelístico, eles disseram: ‘Não temos uma estratégia evangelística. Tudo o que fazemos é mostrar a eles o amor de Jesus e Cristo atender às suas necessidades’”, conta Brewer.

Um dos voluntários da clínica disse a Brewer: “Um por um, eles pedem para falar conosco em particular, e o assunto é sempre o mesmo. ‘Por que você está fazendo isso? Por que você é tão diferente? Como posso ter o que você tem?’”.

“Eu apenas acredito que é o amor de Jesus Cristo que atrai homens e mulheres para Ele como um ímã”, observa Brewer.

No Irã, ele diz que as pessoas estão chegando à fé a taxas históricas. “Não há Bíblias suficientes para acompanhar o crescimento da igreja clandestina”, comenta Brewer.

Perseguição no Irã

Durante décadas, o Irã esteve fechado ao mundo e ao Evangelho. Mas recentemente, muitos iranianos se desiludiram com o Islã e estão abrindo seus corações para Jesus Cristo como seu Salvador.

Apenas algumas décadas atrás, estimava-se que menos de 500 cristãos de origem muçulmana viviam em todo o país. Hoje, há pelo menos 800 mil seguidores de Cristo no Irã. No entanto, existem apenas cerca de 20 igrejas “acima do solo” no país.

Os cristãos são forçados a se reunir secretamente para evitar a perseguição de vizinhos radicais islâmicos, membros da família e autoridades. Por causa da necessidade de sigilo, as Bíblias não podem ser amplamente distribuídas e são extremamente escassas.

Líderes cristãos estimam que, apesar das probabilidades, o número de cristãos no Irã continuará crescendo exponencialmente nos próximos anos.

De acordo com Emily Fuentes, porta-voz da Portas Abertas nos Estados Unidos, o Irã tem a população evangélica que cresce mais rápido no mundo. “As igrejas domésticas estão tendo um crescimento tão rápido em conversões, que é inigualável com qualquer outro país do Oriente Médio”, disse ela.

Fonte: Guiame

Membro de gangue se converte na prisão e leva 200 detentos a Cristo

Casey Diaz é filho de imigrantes salvadorenhos que foi criado em Los Angeles. Ele tinha apenas 8 anos de idade quando decidiu matar seu pai usando um aquecedor a gás portátil. Ele conta que empurrou o rosto do pai, bêbado, para que ele inalasse o gás e morresse. A infância difícil com o pai o empurrou para uma vida de crimes e gangues.

Casey foi preso na Penitenciária Estadual de Folsom, onde, tempos depois, teve um encontro sobrenatural com Jesus. Ele viu Jesus, que lhe mostrou em uma visão sua vida de pecados. Após a conversão e durante sua prisão, Casey levou mais de 200 detentos a Cristo.

Ainda menino, Casey entrou para uma gangue, empurrado pelo relacionamento com seu pai, que era alcoólatra, violento e abusivo. Sua ficha criminal crescia e tempos depois, foi preso.

Com apenas dezesseis anos, Casey foi condenado a mais de doze anos em confinamento solitário na mais dura prisão da Califórnia, como um dos infratores mais violentos do estado. Ele pensou que sua vida havia acabado.

Na cadeia tentou estrangular um detento e foi enviado para uma solitária. Lá recebeu a visita de uma mulher cristã, chamada Frances, para um estudo bíblico mensal.

Casey a questionou: “Você é louca? Do que está falando? Estudo da Bíblia? Ela não sabe com quem está falando”.

Frances disse a Casey: “Você sabe, eu vou estar orando por você e te colocando na minha lista de desejos de oração”. Casey disse que Frances sempre usava essas palavras.

E ele a respondia: “Você pode fazer o que quiser, tudo bem. Mas estou deixando você saber logo de cara, eu não estou interessado em qualquer um dos seus estudos bíblicos ou qualquer coisa religiosa em que você traga”

Durante um ano, uma vez por mês, Frances visitava Casey e ele se recusava a ouvi-la. Mas todas as vezes, a resposta dela era a mesma: “Estou orando por você e Jesus vai usar você”.

Ouvindo a voz de Jesus

Uma noite, em seu segundo ano de solitária, Casey estava acordado, deitado em sua cama quando teve uma visão.

“De repente, comecei a ver o que parecia ser um rolo de filme. Eu via imagens que só eu sabia a respeito de mim na infância. Apareciam alguns detalhes, como a primeira coisa que eu roubei aos 7 anos, depois carros que eu roubei. O primeiro esfaqueamento que eu fiz”, contou Casey.

Ele diz que na sequência, uma cena diferente apareceu. “E pude ver um homem carregando uma cruz. E vi as marcas em seus pés e mãos”.

Casey diz que o homem o chamou por um nome diferente do que as pessoas o chamavam e o conheciam.

O homem disse: “Darwin, eu fiz isso por você”. Casey disse que o homem o chamou pelo seu nome de verdadeiro, que é Darwin.  “E eu podia ouvir na minha cela, audivelmente, até mesmo a respiração dele”, contou

“Eu estava no meio daquele andar e comecei a chorar. Chorava incontrolavelmente. E dizia Deus ‘Eu sinto muito por esfaquear essa pessoa e esfaquear essa pessoa aqui. Eu não sabia o que estava fazendo’”, relatou.

Casey disse que não entendia o que estava acontecendo, mas sabia que algo havia acontecido ali, pois ele sentia uma liberdade que nunca havia experimentado em sua vida.

Vida para Jesus

Casey disse que Jesus lhe pediu para falar com o capelão da prisão.

Assim que ouviu o relado de Casey, o capelão lhe explicou que “o que aconteceu naquela cela foi Deus dizendo que já te perdoou. É por isso que você se sente tão livre”.

Ele orou com o capelão e se entregou a Cristo.

Casey disse: “Foi Deus lidando comigo daquela forma, removendo de mim o desejo de querer ferir as pessoas. Aquilo foi embora sobrenaturalmente”.

A fé de Casey foi testada quando, aos 18 anos, ele foi solto da solitária e recebeu um golpe em sua cabeça de um preso que chegou à cela com uma faca. Casey entendeu que aquilo era como um desafio que diria se ela se manteria como um cristão e deixaria a gangue.

A resposta de Casey ao homem que o provacava foi: “Eu não posso atacar você.” O homem insistia e o provocava: “Mas o que você está fazendo, eu vou rolar com você”.

Mas a fé de Casey o ajudou e aquele homem se tornou “a primeira pessoa que eu levei para o Senhor, aquele era o cara que foi designado para me fazer bem-sucedido como cristão”.

Nos cinco anos restantes de sua sentença, Casey levaria mais de 200 detentos a Cristo. Aos 25 anos, Casey foi libertado.

Com o tempo, ele perdoou seu pai, que acabou dando sua vida a Cristo também. Hoje, Casey possui um negócio de sucesso e vive em Los Angeles com sua família.

“Vir a Cristo foi, é e sempre será a melhor decisão que qualquer homem poderia tomar. Ele é tão implacável em sua busca por nós. Você pode não perceber imediatamente. Mas Deus está atrás do pecador. Seu favor e Sua misericórdia e Sua graça, te toca”, testemunhou.

Lembranças

A violência do pai fazia com Casey o odiasse. “Ele batia em minha mãe bem na minha frente. Eu me lembro de vê-la em um armário com sangue escorrendo e eu não podia fazer nada”, descreveu

Casey disse que em uma ocasião o pai o agarrou pelos ombros e lhe disse: “Nunca mais me chame de pai. Nunca me chame de pai.”

Ele disse ter sentido um enorme vazio. “Você se sente inútil. Você se questiona ‘Por que estou aqui?’ Eu fiquei com raiva. Eu fiquei muito bravo”, lembra.

Diante desses episódios com seu pai, Casey encontrou um objetivo de vida em uma gangue. Ele se tornou muito violento, esfaqueando sua primeira vítima com apenas 11 anos de idade.

Casey explica que “o que tornou fácil para eu esfaquear alguém é que colocava o rosto do meu pai em cada uma das minhas vítimas.”

Mais vítimas seguiriam, e Casey passou a ter uma longa ficha criminal. Ele cresceu no mundo das gangues, temido e caçado por gangues rivais. Aos 16 anos, Casey foi condenado a 12 anos em uma instalação de correção juvenil por homicídio em segundo grau e 52 acusações de assalto à mão armada.

Ele governou a prisão infestada de gangues, até atacar outro preso. Casey conta que o estrangulou quase até a morte. Foi essa situação que o colocou em confinamento solitário onde teve seu encontro com Deus.

Casey escreveu a história de sua vida que está no livro “The Shot Caller: A fuga milagrosa de um gangbanger latino de uma vida de violência para uma nova vida em Cristo”, recém-lançado nos EUA pela editora Thomas Nelson.

Hoje Casey gosta de conduzir aulas de treinamento de discipulado e compartilhar sua história em todo o país. Ele se diz grato a Deus por ter recebido uma segunda chance na vida. Casey é casado com Sana, pai de três filhos e pastor comunitário em uma igreja local em Burbank, Califórnia.

Fonte: Guiame

Novo ciclone está prestes a atingir Moçambique e missionários pedem orações

Outra tempestade tropical está indo em direção a Moçambique, que ainda se recupera da devastação causada pelo ciclone Idai.

A nova tempestade, o ciclone tropical Kenneth, se fortaleceu rapidamente na quarta-feira, com uma velocidade de 140 km/h, e poderá continuar se intensificando à medida que se move sobre as Ilhas Comores, na costa sudeste da África. A previsão é que o norte de Moçambique seja atingido nesta quinta-feira (25), aproximadamente 1.000 quilômetros da região afetada pelo Idai.

“Os moradores da fronteira entre Moçambique e Tanzânia devem se preparar para a tempestade ao longo das costas, chuvas fortes e ventos com força de furacão”, alertou a Nasa.

Na Tanzânia, espera-se que Kenneth atinja a área costeira de Dar es Salaam, a cidade portuária de Tanga e a ilha de Pemba, de acordo com a Agência Meteorológica da Tanzânia. Ventos fortes e chuva podem afetar a bacia do Lago Vitória, suas regiões montanhosas e sua costa, segundo meteorologistas.

Embora a região atingida pelo Idai será poupada, Kenneth irá afetar Moçambique apenas um mês após a tempestade ter matado mais de 700 pessoas e desalojado milhares. Isso causou cerca de US$ 1 bilhão em danos ou quase 10% do PIB do país.

A missionária Heidi Baker, fundadora da organização Iris Global, pediu orações pela nação. “Por favor, orem por um milagre e misericórdia para Moçambique! Ore pela nossa base em Pemba e por todas as nossas igrejas na área”, disse em um post no Facebook.

“Quero incentivar todos a se juntarem a nós em oração para que essa tempestade seja absolutamente dissipada e volte para o oceano. Ore pela proteção de nossa base, nossas igrejas e nossas famílias”, pede Will Hart, CEO do Iris Global.

Kenneth pode ser mais forte, mas menos devastador do que Idai

A tempestade pode se fortalecer para o equivalente a um furacão de categoria 3, com ventos de até 195 km/h. Isso o tornaria Kenneth mais forte do que a Idai quando atingiu o centro de Moçambique e poderia classificá-lo entre as tempestades mais fortes que já atingiram o país.

No entanto, não se espera que Kenneth tenha um impacto tão devastador no país quanto Idai, que provocou fortes chuvas dias antes e depois do terremoto em 15 de março, com ventos próximos de 175 km/h.

O norte de Moçambique também não é tão povoado como a Beira, o núcleo populacional atingido por Idai. Vários rios se juntam e fluem para o Canal de Moçambique, um fator que tornou a região mais vulnerável a inundações.

Além disso, a região norte do país não teve chuvas intensas nos últimos dias, o que pode amenizar o impacto das inundações em comparação com Idai.

Fonte: Guiame

Garoto de 5 anos sobrevive a queda do terceiro andar e médicos reconhecem milagre

Um menino de cinco anos, que foi atacado e violentamente jogado do terceiro andar de um shopping nos EUA, está desafiando as probabilidades e atordoando os médicos no que está sendo chamado de “milagre”, de acordo com o pastor da igreja de sua família.

O pequeno Landen Hoffman estava fazendo compras com sua mãe e amigos no dia 12 de abril, quando foi jogado por cima do parapeito do terceiro andar do shopping ‘Mall of América’, do estado de Minnesota, por Emmanuel Aranda, de 24 anos.

O autor do crime disse à polícia que ele tinha ido ao shopping com a intenção de matar um adulto “porque eles geralmente ficam perto do parapeito”, mas não “deu certo”.

A mãe de Landen disse que ela e seu filho estavam do lado de fora de um café no terceiro andar do shopping, quando Aranda, que ela nunca tinha visto antes, se aproximou deles, pegou o menino e jogou-o por cima do parapeito.

Policiais disseram que Aranda ainda empurrou para o lado uma garçonete que tentou detê-lo e tentou fugir, mas foi preso em uma estação de trem, perto do shopping.

Agora, Aranda está sendo acusado de tentativa de assassinato premeditado em primeiro grau.

O pastor da igreja na qual a família do garoto congrega está celebrando o fato do garoto ter sobrevivido como um milagre.

“É um milagre que ele não tenha sido morto”, disse o pastor Mac Hammond à congregação.

Hammond lidera a Living Word Christian Church, em Brooklyn Park, Minnesota e compartilhou uma atualização do caso no domingo de Páscoa com a igreja.

Hammond e sua esposa visitaram a família de Landen na semana passada para incentivá-los, orar e celebrar a ceia com eles após o incidente.

Com a queda, Landen teve braços e pernas quebrados e até recentemente acreditava-se que ele teria sofrido traumatismo craniano significativo.

No entanto, o pastor Hammond disse à igreja que recebeu uma ligação do avô de Landen com uma boa notícia após uma ressonância magnética de cinco horas para determinar a extensão dos ferimentos do menino.

“Não houve evidência de danos cerebrais – nem havia inchaço no cérebro”, disse Hammond no domingo. “Sem lesão na medula espinhal, sem danos nos nervos, sem lesões internas que colocam a vida em risco.”

Ciência e milagres

Hammond acrescentou que um de seus médicos assistentes se maravilhou com a saúde de Landen.

“Isso é realmente um milagre. É como se ele tivesse caído de uma bicicleta em vez de ter sido lançado do terceiro andar do shopping”, disse Hammond, citando as palavras do médico.

Hammond também compartilhou durante a mensagem que o Espírito Santo havia dado à mãe de Landen um aviso antes de encontrarem amigos no shopping naquele dia.

“Em suas palavras, um pavor veio, mas ela não sentiu que poderia ir embora porque ela deveria encontrar essa outra mãe e filho lá”, explicou Hammond.

Mas ele diz que ela fez a única coisa que sabia fazer – ela orou.

“Ela chamou os anjos ministradores para protegê-lo”, lembrou Hammond.

Embora os frequentadores do shopping gritado de susto quando Landen se chocou com o chão, as testemunhas disseram que sua mãe gritava “apenas orem!”.

Hammond disse à igreja que aquele era um milagre de Páscoa.

“Isto é poder de ressurreição … isto é o que a Palavra fará. Isto lhe abrirá poder para restaurar o que quer que o inimigo seja capaz de provocar ou afastá-lo completamente”, afirmou o pastor.

De acordo com um post recente na página do GoFundMe criado para a família, Landen está “mostrando sinais reais de recuperação”.

A campanha de angariação de fundos levantou quase US$ 1 milhão para ajudar a cobrir os custos de tratamentos médicos e programas de reabilitação para o garoto.

Fonte: Guiame

Franklin Graham prega para 94 mil pessoas na Colômbia: “Jesus é a resposta”

Aproximadamente 94.000 pessoas – entre colombianos e venezuelanos – participaram do Festival Esperança promovido pela Associação Evangelística Billy Graham (AEBG), que foi realizado no período de 18 a 20 de abril em Cúcuta, na Colômbia.

Com ministrações do Pr. Franklin Graham, o evento aconteceu no estádio General Santander nas noites de sexta e sábado. Na quinta-feira, 22.000 pessoas acompanharam crianças em um evento evangelístico paralelo para elas, o FestiKids.

Segundo a AEBG, outras 21.000 pessoas em 34 países assistiram ao Festival online. Treze voluntários estavam presentes em Cúcuta para responder às perguntas espirituais via Facebook ou chat ao vivo.

Situada na fronteira com a Venezuela, Cúcuta absorveu um êxodo em massa de venezuelanos nos últimos anos, à medida que o país de origem dessa multidão enfrenta uma crise humanitária, econômica e grande escassez de alimentos e remédios.

Segundo o site da Associação Evangelística Billy Graham, mais de 7.550 pessoas aceitaram Cristo.

“Nós vemos problemas econômicos no mundo, problemas políticos, vemos guerras, vemos fome, e nos perguntamos se existe um Deus e se Ele se preocupa conosco”, disse Graham à multidão no sábado, um dia antes da Páscoa.

“Jesus”, ele acrescentou, “é a resposta”.

Filho do Pr. Billy Graham, o pastor Franklin explicou à multidão que Jesus “não está mais pendurado na cruz. Ele está vivo. Ele está aqui esta noite, neste estádio. E se você estiver disposto a invocar o nome dele e confiar nele, Deus irá perdoá-lo de seus pecados. Você pode ter paz esta noite com Jesus Cristo”.

Mais de 450 igrejas participaram do evento. “É ainda melhor do que eu esperava”, disse Edgar Miller, pastor de Cúcuta, referenciando a participação das muitas igrejas de várias denominações que se uniram para um propósito, “em uma só voz”, para compartilhar Jesus com seus amigos, familiares e vizinhos.

“O próximo passo”, disse Miller, “inclui igrejas locais contatando os novos cristãos e envolvendo-os em uma congregação”.

Estima-se que 1 milhão de venezuelanos tenham cruzado a fronteira para a Colômbia nos últimos anos, em busca de comida e trabalho. Muitos deles desembarcaram em Cúcuta, atravessando a vizinha Ponte Simon Bolivar.

Franklin assegurou-lhes que Deus se importa mais do que eles poderiam saber. Tanto que Ele veio à Terra para morrer pelos nossos pecados na cruz. “Mas ele não ficou morto”, destacou.

Testemunhos e conversões

O Festival teve alguns momentos inesperados, mas alegres. Uma conselheira voluntária entrou em trabalho de parto no sábado à noite quando ela estava conversando com uma pessoa que se converteu a Cristo, quando preciso ser levada para o hospital. Ela teve um bebê saudável não muito tempo depois.

Angie Pabón, de 14 anos, foi à FestiKids na quinta-feira e no Festival de sexta-feira, mas não tinha certeza do que fazer com o que estava ouvindo até que se decidiu no sábado. Ela caminhou até a frente do palco com sua família e disse a uma conselheira chamada Glency Blanco que ela estava pronta para começar sua vida com Jesus.

O filho de Glency, Diego, também com 14 anos, foi quem levou sua mãe a Cristo no ano passado. Sua família tinha acabado de se mudar da Venezuela e se estabeleceu perto de uma igreja quando seu filho anunciou que ele iria começar a frequentar aos domingos. Glency viu uma mudança nele e decidiu se juntar a seu filho.

Ela viu como a fé trouxe paz ao relacionamento e a outras áreas de suas vidas. É o que ela quer para todos os que entregaram suas vidas a Cristo neste fim de semana.

O Pr. Franklin incentivou todos os que começaram uma nova vida com Jesus a irem à igreja no dia seguinte e “contar a um pastor o que você fez aqui hoje”.

Fonte: Guiame

Idosa se converte após receber missionários pela primeira vez no sertão da Paraíba

Quando viu missionários chegando em sua comunidade pela primeira vez, dona Francisca, 74 anos, sentiu medo. Pensando que poderiam ser ladrões, se escondeu embaixo da cama, até que ouviu em outro cômodo seu marido receber uma oração. Jesus entrou naquele lar.

Dona Francisca foi a primeira moradora a se converter ao Evangelho com a chegada dos missionários na comunidade rural de Malhada Vermelha, no município de Santo André, na Paraíba.

De acordo com a Upgrade Missões, que tem uma base missionária no município, Santo André é uma das 30 cidades menos evangelizadas do Nordeste. Dentre seus 46 povoados rurais, 44 não possuem presença evangélica alguma.

Francisca se lembra com lucidez o dia em que as Boas Novas de Cristo entraram em sua casa, cerca de 4 anos atrás. Um grupo de missionários passava pelo povoado e decidiu entrar em sua propriedade, mas ela temeu que sua criação de cabras fosse roubada.

“Quando eles chegaram na minha casa e eu vi aquela multidão de gente, eu pensei que eram ladrões e me escondi embaixo da cama. Eles começaram a orar por meu esposo e meu filho. Eu disse: ‘Meu Deus, essa aí é a palavra de Jesus e eu estou me escondendo’”, contou dona Francisca ao Guiame.

A idosa continuou desconfiada, mas imaginou que a verdadeira intenção daquelas pessoas seria revelada com a convivência. Com o passar do tempo, Francisca conheceu mais sobre Deus e também sobre o coração daqueles missionários.

“Depois dessas visitas, eu fui ficando muito feliz. O povo ficou implicando, dizendo que eram ladrões, que iriam me roubar. Eu dizia: Seja o que Deus quiser! Aceitei e até hoje eu sou feliz”, afirma Francisca, convicta de sua felicidade.

Vida transformada

Desde que o casal de missionários Pedro e Kessia Buriti, que fazem parte da Upgrade Missões, passaram a discipular dona Francisca, grandes mudanças aconteceram.

“Mudou muita coisa. Quando eu sentia raiva, eu descontava na cachaça e não conseguia perdoar as pessoas. Eu ficava com aquilo tudo trancado. Mas hoje eu tenho raiva e, de repente, passa. Eu agradeço a Jesus por estar conduzindo a minha cabeça”, afirma.

Francisca consumia álcool dos 20 anos aos 70 anos de idade. Através de uma oração feita por Pedro, a cura do vício também fez parte de sua transformação. “Ele colocou a mão na minha cabeça e, naquela hora, eu não senti vontade de beber nem refrigerante. Foi Jesus!”, garante.

Depois de receber a oração, dona Francisca abriu seu guarda-roupa e mostrou a Pedro onde escondia a cachaça. “Quando o povo me dava raiva, eu bebia uma golada e saía para brigar”, confessou. “Mas depois da oração, eu me senti muito feliz. Não aceito mais nada de bebida. Me sinto muito feliz em também ter tirado a cachaça do meu filho. Foi uma benção mandada por Jesus!”.

O dia de seu batismo marcou uma nova etapa para dona Francisca. “O batismo foi tudo na minha vida. Depois do ‘banho’ eu me senti aliviada. Meus irmãos ficaram implicando comigo, mas não tem importância. Uma cunhada que Jesus já levou se sentiu muito feliz. Ela disse: ‘Siga sua vida, não se importe com a implicação de ninguém’”, ela lembra.

Hoje dona Francisca faz parte das aulas de alfabetização promovidas pela Upgrade Missões e está aprendendo a ler a Bíblia. “Eu me sinto feliz quando vou para a aula. Agradeço a Jesus por ter colocado eles no meu caminho”, disse ela sobre os missionários.

Questionada sobre quem é Jesus, Francisca o define como seu intercessor: “Jesus é aquele que está lá no céu orando por nós. Sem Jesus não podemos seguir”.

Para conhecer mais sobre a Upgrade Missões, acesse sua página no Facebook e Instagram.

Fonte: Guiame

Evangelista relata milagres em cruzada no Togo, país que deu origem ao vodu

Lomé é a capital e a maior cidade do Togo, na África. Localizada no Golfo da Guiné, Lomé é o centro administrativo e industrial do país, com seu principal porto. A cidade tem visto um crescimento maciço nos últimos tempos devido a uma refinaria de petróleo no Leste.

Pela segunda vez, o evangelista Daniel Kolenda realiza uma grande cruzada em Lomé. Ele conta que a primeira aconteceu em 2011, quando tiveram inúmeras dificuldades e desafio para conseguirem efetivar o propósito evangelístico.

“Nossa equipe técnica ficou presa na fronteira, a caminho de Togo, com todos os equipamentos de som e materiais, e não conseguimos chegar a tempo para montagem. A campanha já era para ter sido realizada um mês antes, mas devido a mudança repentina nas regras legais da alfândega nos impediu de avançar momentaneamente. Mas, sabemos que quando as lutas são grandes, as bênçãos seguirão na mesma proporção”, disse ele na época.

Desta vez, a cruzada aconteceu num período de três dias. “Acabamos de concluir o terceiro dia de reuniões poderosas aqui em Lomé. Tem sido notável até agora. Estamos na parte do mundo da qual o vodu se origina”, disse o evangelista.

Vodu é uma crença sincrética que combina elementos de catolicismo e de religiões africanas, com raiz semelhante à do candomblé.

Durante a pregação e orações, Kolenda relata que houve manifestações de espirituais. “Há muita feitiçaria e animismo aqui. Cada noite muitas pessoas manifestam demônios e recebem livramento”, explicou.

O evangelista contou ainda que as pessoas trazem objetos ligados a feitiçarias até o lugar da cruzada. “Como de costume, antes de eu pregar, queimamos parafernália de feitiçaria, encantos, fetiches, amuletos e ‘juju’”, descreveu.

“Eles incutem grande medo e superstição naqueles que os possuem. Esta noite o povo renunciou a eles e a feitiçaria por trás desses objetos. Eu tomei autoridade sobre cada maldição, parti-os em nome de Jesus e as pessoas se alegraram em se sentir libertas”, contou o evangelista.

Kolenda contou que durante o último ano, sua equipe esteve treinando e equipando jovens evangelistas enviados para as cidades do Togo, para fazer evangelismo local semanas antes da realização das cruzadas. “Eles vão a muitos lugares que nossas principais cruzadas não podem alcançar. Eles ministram em escolas, aldeias, mercados, nas esquinas das ruas, nas propriedades da igreja e nos campos de futebol – em qualquer lugar onde possam atrair uma audiência”, explicou.

O evangelista explica que “nossos técnicos construíram caminhões personalizados equipados com laterais retráteis, um sistema de som e palco que constitui uma plataforma de cruzada portátil que pode ir a qualquer lugar”. Ele disse que com esses caminhões os evangelistas fazem até três reuniões por dia. “Nas últimas oito semanas, nossos evangelistas estiveram aqui no Togo pregando o Evangelho”, relatou.

Curas e milagres

No entanto, Kolenda disse que mais importante que essas ações são as pessoas sendo libertas e curadas por Deus. Ele conta que após pregar o evangelho e liderar dezenas de milhares de pessoas na oração da salvação, pediu para seu auxiliar Jared Horton, um dos evangelistas que trabalha no local, para orar pelos enfermos.

“Ouvimos testemunhos maravilhosos de cura sobrenatural. Uma senhora que ficou paralisada por oito meses da cintura para baixo não podia andar, ela apenas se arrastava pelo chão. Depois da oração, ela estava completamente curada e começou a andar normalmente”, testemunhou Kolenda.

Outro testemunho foi de um homem que há dois anos estava com o joelho esquerdo danificado em consequência de um acidente. “Depois da oração pelos enfermos, toda a dor deixou seu joelho”

Duas damas que sofreriam com “severa opressão e possessão demoníaca” foi libertas, de acorco com o evangelista. “Elas foram completamente libertas depois de receberem a oração”.

A Conferência de Fire chegou ao fim com ministrações da equipe evangelística do Cristo para Todas as Nações (CfaN), Peter Vandenberg, John Darku e Daniel Kolenda. “Tanto nos serviços da manhã quanto da noite, oramos para que o povo fosse cheio do Espírito Santo. Ambas as reuniões foram gloriosas”, disse Kolenda.

O evangelista americano disse que esses casos foram apenas “uma amostra dos muitos maravilhosos milagres que acontecem aqui em Lomé”. Ele pediu oração pela equipe para que outros milagres continuem acontecendo nas cruzadas pela África.

Fonte: Guiame

Homem leva a mãe a Cristo 15 anos depois de tentar abortá-lo

O amor cobre uma multidão de pecados. O texto bíblico de 1 Pedro 4:8 resume a história de Greg Stier, que foi rejeitado por sua mãe, mas levou a ela a mensagem do perdão de Cristo quando era apenas um garoto de 15 anos.

Greg foi criado em Denver, nos Estados Unidos, por uma mãe solteira em um lar problemático. Muitos de seus tios eram criminosos e ele nunca conheceu seu pai biológico. No entanto, tudo começou a mudar depois que um de seus tios mais difíceis se converteu ao cristianismo.

“Eu vi a transformação total da minha família pelo poder do Evangelho”, contou Greg a Ken Harrison, presidente da organização Promise Keepers.

Mesmo sendo uma criança, Greg ficou convicto de que iria passar o resto de sua vida incentivando as pessoas a compartilharem as Boas Novas de Cristo. “Acho que, muitas vezes, subestimamos o poder do Evangelho para mudar nossas vidas, mudar comunidades, mudar essa nação e mudar o mundo”, observa.

Seu primeiro alvo foi sua própria mãe. Quando ela descobriu que estava grávida, ela foi até Boston para fazer um aborto ilegal, mas foi impedida pelos pais. “Nós sabemos que você está grávida. Volte, tenha essa criança e nós vamos te ajudar a criá-lo”, disseram os avós de Greg, na época.

“Eu não sabia por que, quando era criança, mas muitas vezes minha mãe olhava para mim e começava a chorar. Minha avó me disse anos depois que minha mãe se sentia culpada. ‘Toda vez que ela via você, ela pensava na tentativa de aborto’, ela me disse”, conta Greg.

Desde os 11 anos de idade, Greg passou a falar sobre Jesus para sua mãe. O evangelismo aconteceu até os 15 anos. “Minha mãe sempre dizia: ‘Sou pecadora demais. Já fiz muitas coisas erradas’. Eu dizia: ‘Mãe, isso não importa. Jesus morreu na cruz’”, lembra.

“Quando eu tinha 15 anos, me sentei à mesa da cozinha e disse: ‘Mãe, estou cansado disso. Você precisa conhecer a Cristo’. Minha mãe disse: ‘Quer dizer que Jesus morreu por mim na cruz e pagou o preço por todos os meus pecados — mesmo os ruins?’. Eu respondi: ‘Sim, mãe, são todos ruins e Jesus pagou o preço de todos eles’. Ela deu uma tragada no cigarro e disse: ‘Eu acredito’. Ela colocou sua fé em Cristo naquele momento”, celebra.

Depois de suas experiências em sua própria casa, Greg Stier fundou a organização Dare 2 Share, que mobiliza adolescentes para alcançarem as pessoas à sua volta para Cristo.

Fonte: Guiame

Saiba como a data da Páscoa é definida no calendário

Celebrada neste domingo (21), a Páscoa teve sua data marcada com base no calendário lunar dos judeus. Apesar de não ter uma data fixa, como o Natal no dia 25 de dezembro, foi estabelecido pelo Concílio de Niceia (325 d.C.), que a data acontece sempre entre 22 de março e 25 de abril.

De acordo com o pastor e historiador Junio Cesar, da Igreja Presbiteriana de Coelho Neto (RJ), a festa é marcada sempre após a primeira lua cheia após o início da primavera. Ele explica que no hemisfério norte, onde Israel se localiza, a estação tem início em março. Diferente do hemisfério sul, no Brasil, que começa em setembro.

– Geralmente a páscoa judaica é comorada no 14º dia do mês de Abibe (março-abril), que é o início do ano judaico. Aí, a gente tem as outras marcações. 47 dias antes da Páscoa, temos a chamada terça-feira gorda, que, para nós, é a terça-feira de Carnaval. Da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Ramos, você tem a marcação de 40 dias. E daí você tem mais 7 dias até a Páscoa. No século 16, o papa Gregório XIII confirmou a decisão do Concílio de Niceia – explicou Junio ao Pleno.News.

O biblista Luiz Sayão reforça a explicação sobre a questão do calendário lunar. Sayão esclarece que o calendário lunar muda de ano em ano e as datas são calculadas dentro dessa organização. A data da Páscoa judaica funciona como uma regra para os ortodoxos.

O teólogo aproveite para tirar dúvidas sobre o costume de se abster de carne no período da chamada quaresma. Mas deixa claro que não há referência bíblica que reforce o costume.

– Isso é uma tradição do Catolicismo que não tem fundamento. Nesse momento em que eles estão dedicados à maior concentração espiritual e litúrgica, se entende que a carne, no mundo antigo, é vista como uma manjá especial. A carne vermelha se torna o oposto do jejum. A Páscoa é um dia sagrado voltado para a lembrança da Paixão de Cristo. No Novo Testamento, a Páscoa é comemorado a partir da tradição judaica da libertação do povo do Egito. Quando Jesus institui a Nova Aliança, Ele comemorava o Pessach. A Nova Aliança em Cristo é nossa libertação completa no Senhor.

Fonte: Pleno.News

Rabino aponta essência bíblica da Páscoa: “Jesus não celebrou com ovos e coelhos”

A Páscoa (do hebraico Pessach, que significa “passar por cima”) é uma das celebrações mais importantes para o judaísmo e cristianismo. Desde o Antigo até o Novo Testamento, há uma figura que faz conexão entre as duas religiões: o cordeiro.

A primeira celebração da Páscoa ocorreu há 3.500 anos, quando cada família hebreia sacrificou um cordeiro e molhou os umbrais das portas com o sangue do animal, para que seus primogênitos não fossem mortos pela décima praga enviada ao Egito. Temendo a ira divina, Faraó aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.

Já no Novo Testamento, Jesus deu um novo significado à refeição pascal durante a Última Ceia. Ele identificou o pão como sendo seu corpo, que logo seria sacrificado, e o vinho como sendo seu sangue, que seria derramado na cruz. Cristo se tornou o sacrifício do cordeiro pascal.

De acordo com o rabino messiânico Mário Moreno, o cordeiro é uma figura de redenção desde o pecado original até a redenção de Cristo.

“Quando Adão e Eva pecaram, o Eterno (Deus) matou um animal para cobri-los com uma pele. Segundo a tradição judaica, esse animal foi um cordeiro. Aí entendemos a Bíblia quando diz que ‘um cordeiro foi morto antes da fundação do mundo’”, explicou em entrevista ao Guiame.

“Yeshua (Jesus) tinha a necessidade de morrer como um cordeiro para que Ele pudesse trazer redenção para a humanidade, porque sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados”, acrescentou. “Aquele mesmo que morreu no jardim do Éden para cobrir o homem, estaria agora morrendo fisicamente para trazer a redenção para toda a humanidade em todos os tempos”.

Outra figura que faz conexão entre a Velha e a Nova Aliança é o matzá (pão ázimo). Mário Moreno explica que, segundo um costume judaico, a refeição pascal é celebrada com três pães ázimos que são colocados um sobre o outro, sendo que o primeiro a ser retirado é o pão do meio, que representa Isaque, filho do patriarca Abraão.

“Quando Ele pegou o pão de Isaque, certamente os discípulos se lembraram que Isaque seria sacrificado, mas um cordeiro morreu em seu lugar. Quando Jesus partiu aquele pão, dizendo ‘isto é meu corpo dado por vós’, eles certamente se lembraram de Isaque. Eu acredito que passou na mente deles: assim como um cordeiro morreu no lugar de Isaque, Ele vai morrer em nosso lugar”, observou o rabino.

Páscoa com coelhos e ovos

No primeiro século, a igreja primitiva comemorava a Páscoa judaica, pois a maioria de seus membros eram judeus. Evidências de mudanças simbólicas na celebração começam a aparecer na metade do século II. Depois que a Páscoa foi instituída pela Igreja Católica durante o Concílio de Niceia, em 325 d.C, o cristianismo apropriou-se de inúmeras tradições de povos pagãos.

A festa cristã era realizada na mesma época que os povos germânicos e celtas prestavam culto à deusa germânica Eostern, também chamada de Ostara. Então as comemorações acabaram se misturando. Um dos elementos atribuídos por estes povos são os ovos e o coelho, vistos como símbolos de fertilidade.

“A partir disso, nós temos essa conexão — que é maligna — onde se faz ovos e coelhos de chocolate para simbolizar Pessach, que é algo totalmente diferente daquilo que a Páscoa judaica propõe. Em Pessach não temos doces, mas sim ervas amargas para remeter ao cativeiro e tudo o que o povo de Israel passou. O paganismo entra para quebrar essa visão de que o povo de Israel sofreu para sair do cativeiro”, esclarece o rabino.

Mário Moreno acredita que a interpretação equivocada das igrejas evangélicas sobre a Páscoa bíblica deve-se ao afastamento do teólogo Martinho Lutero dos simbolismos judaicos, que se perpetuou após a Reforma Protestante.

“Lutero abriu mão de muitas coisas, mas não abriu mão das festas que o catolicismo celebrava”, analisa o rabino. “A grande maioria das igrejas evangélicas ainda hoje celebra a Páscoa com a alusão ao coelho e ovos de chocolate. Infelizmente sabemos que isso é muito danoso, porque abre brechas espirituais para as pessoas que os consomem”.

Ele orienta os cristãos a entenderem o real significado da Páscoa para voltarem à essência bíblica da festa. “É preciso abrir mão do paganismo e voltar à essência com aquilo que Jesus fez com seus discípulos — Ele celebrou uma Pessach totalmente judaica, não foi com ovos e nem coelhos”, afirmou.

“Isso precisa ser feito primeiro a nível de liderança, para que as pessoas possam ser informadas e celebrar em unidade a Páscoa com o cordeiro que tira todo o pecado do mundo”, destacou o rabino.

Fonte: Guiame