Contra fatos, não há argumentos: os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo

Maycson Rodrigues

Depois do ocorrido neste último domingo (21), você ainda tem alguma dúvida de que o incêndio criminoso da Catedral de Notre-Dame foi motivado por perseguição religiosa? Eu não tenho dúvida. Agora, temos não um incêndio criminoso, mas um atentado terrorista que vitimou quase 800 pessoas, entre mortos e feridos.

Contra fatos, não há argumentos: os cristãos são (disparado) o grupo religioso mais perseguido do mundo e, ainda que boa parte do ocidente negue este dado da realidade, precisamos acima de tudo repercutir e suscitar uma reflexão sobre este assunto.

Creio que o reconhecimento daquilo que de fato acontece no mundo com relação ao povo que professa a fé em Jesus Cristo não deve nos fazer pensar que isso é algo a ser meramente abordado no âmbito político da coisa. Não. Devemos falar disso também no âmbito escatológico considerando que, se estamos no caminho do martírio, estamos no caminho certo.

Podem queimar os templos. A fé continuará inabalável e o Cristo mais soberano do que nunca. Sua igreja não será impedida por nenhum terrorista ou político ou seja lá qual for a personalidade poderosa ou influente. As portas do Inferno não prevalecerão…

Não estamos alicerçados em prédios feitos por homens, mas sim na Pedra Viva e Angular, aquela que foi rejeitada há mais de dois mil anos atrás: Jesus Cristo, a Rocha Inabalável onde fomos vivificados e estamos num processo permanente de edificação e santificação.

Sabemos em quem temos crido. Ele nos preservará até o fim e glorificará os seus santos mártires.

No entanto, deixamos claro para cada um que acessar este artigo a verdade de que a Igreja Cristã é e continuará sendo o maior alvo de perseguição religiosa em todo o mundo. Antes de nos acusarem de preconceituosos, intolerantes, incitadores do ódio e da violência, lembrem-se de que o sangue mais derramado nesta terra caída é o sangue de gente que abraçou o sofrimento juntamente com Cristo a fim de que, juntamente com Ele, possam alcançar a ressurreição e a glória.

E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? E nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai.
E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos. Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. (Mateus 10:28-33)

Fonte: Gospel Prime

E se Cristo não tivesse ressuscitado?

Renato Vargens

Hoje, milhões de pessoas em todo o planeta relembram o fato histórico de que Jesus Nazareno, profeta em Israel, o Filho Unigênito do Deus vivo, morreu numa cruz, ressuscitando ao terceiro dia dentre os mortos.

Caro leitor, esta verdade inequívoca é a razão da nossa celebração. O cristianismo só tem sentido porque o sepulcro está vazio! Porque, caso contrário, seria vã e sem sentido a nossa fé! Aliás, você por acaso já parou para pensar o que seria de nós caso Cristo não tivesse ressuscitado?

Ora, se o Senhor não tivesse ressuscitado, continuaríamos mortos em nossos delitos e pecados. Se o Senhor não tivesse ressuscitado, ainda seríamos escravos de Satanás. Se Cristo não tivesse ressuscitado dentre os mortos, estaríamos fazendo a vontade da carne, andando segundo o curso deste mundo, conforme a vontade do príncipe da potestade do ar. Se Cristo não tivesse ressuscitado, não teríamos a esperança da vida Eterna, nem tampouco poderíamos desfrutar das benesses do Seu Reino.

Prezado amigo, como é bom saber que o nosso Senhor venceu a morte! Sem sombra de dúvidas, a ressurreição de Cristo é a parte principal da fé cristã. O apóstolo Paulo deixou isso claro em sua primeira carta aos Coríntios: “E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Coríntios 15:13-14, 19).

Ao contrário dos deuses das religiões pagãs, podemos afirmar que o nosso redentor VIVE! Aleluia! A morte não O deteve, os nossos pecados não O detiveram, o Sepulcro está vazio! Cristo ressuscitou! Ele vive e reina SOBERANAMENTE! Em virtude disto, podemos cantar:

Porque Ele vive, posso crer no amanhã
Porque Ele vive, temor não há
Mas eu bem sei, eu sei, que a minha vida
Está nas mãos do meu Jesus, que vivo está

Deus enviou Seu Filho amado
Para morrer em meu lugar
Na cruz sofreu por meus pecados
Mas o sepulcro vazio está porque Ele vive

E quando, enfim, chegar a hora
Em que a morte enfrentarei
Sem medo, então, terei vitória
Verei na Glória o meu Jesus que vivo está!

Fonte: Pleno.News

Tortura psicológica: as piores cicatrizes estão na mente

Por Joan Delaney, Epoch Times

Nota do Editor: O Epoch Times publica uma série de artigos que expõem o uso de tortura pelo regime chinês contra os grupos que ele persegue, assim como o sofrimento e danos que causa a quem o sofre.

Um médico do Comitê Internacional da Cruz Vermelha que visitou numerosos centros de detenção em todo o mundo diz que a tortura psicológica pode ter efeitos extremamente negativos.

“A tortura durante o interrogatório geralmente inclui métodos que não agridem o corpo nem causam qualquer dor física, mas trazem consigo dor e sofrimento psicológicos graves e perturbam profundamente os sentidos e a personalidade”, escreveu o Dr. Hernán Reyes em um artigo intitulado “As piores cicatrizes estão na mente: tortura psicológica”.

De acordo com a Anistia Internacional, a privação do sono e o confinamento solitário são dois métodos de tortura psicológica comumente usados na China, mas há muitos mais, incluindo ameaças contra membros da família, períodos de intenso interrogatório e incutir medo.

Entre as vítimas estão membros das minorias étnicas tibetanas e uigures, suspeitos de “separatismo”, advogados de direitos humanos, dissidentes políticos, praticantes do Falun Dafa, ativistas da democracia e membros de igrejas clandestinas.

A China tem um enorme sistema de centros de reeducação, comumente chamados de centros de lavagem cerebral. Possivelmente, o maior desses centros — que foi descrito como um campo de concentração por grupos de direitos humanos — é o da região de Xinjiang, onde pelo menos um milhão de uigures e outros grupos muçulmanos são mantidos e submetidos a doutrinação psicológica, que inclui ser forçado a frequentar aulas de reeducação política e cantar músicas com letras políticas.

De acordo com o jornal britânico Independent, os muçulmanos são forçados a renunciar ao Islã e jurar fidelidade ao Partido Comunista Chinês. Em uma audiência da Comissão Executiva do Congresso dos Estados Unidos sobre a China, em julho passado, foi dito que os detidos são mantidos isolados, sem comida ou água, e são impedidos de dormir, além de serem questionados sobre suas práticas religiosas e sobre suas viagens ao exterior.

Um relatório da Campanha Internacional pelo Tibete revelou que o nível de violência dirigido aos prisioneiros políticos tibetanos é muitas vezes extremo e que os tibetanos não ficam apenas com ferimentos físicos permanentes, mas também com graves traumas psicológicos. Um relatório de 2018 do Centro Tibetano para Direitos Humanos e Democracia revelou que, desde 2012, monges e monjas foram expulsos de vários templos e monastérios e depois mantidos em centros de reeducação por semanas ou meses sem qualquer acesso ao devido processo legal.

Por anos, os cristãos na China enfrentam pressão psicológica como resultado da prisão de pastores, fechamento de igrejas e congregações, queima de bíblias e remoção de cruzes das igrejas.

Nesta última etapa, a Mission Network News informa que há planos em andamento para reescrever partes da Bíblia para torná-la mais compatível com a ideologia do Estado comunista. Segundo o The Christian Post, as autoridades também estão pressionando mais de 20 mil igrejas clandestinas para que fechem as portas ou se unam à igreja autorizada pelo regime, enquanto Pequim busca fortalecer o controle sobre os grupos religiosos.

O uso de centros de lavagem cerebral para aprisionar praticantes do Falun Dafa é particularmente difundido na China. De acordo com monitores de direitos humanos, desde que o regime chinês anunciou a abolição do sistema de campos de trabalho forçado em 2013, os centros de lavagem cerebral tornaram-se as principais instalações utilizadas ara perseguir os praticantes do Falun Dafa. Nesses centros, os praticantes estão sujeitos a constantes abusos e ameaças verbais, além de tortura física. Eles também são alimentados à força ou injetados com drogas que danificam o sistema nervoso para tentar forçá-los a abandonar suas crenças.

Fonte: Epoch Times

Como reconquistar uma amizade perdida?

Daniel Lima

Amizade é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, já dizia o cantor. A amizade é realmente um bem valioso, mas delicado. Há amigos que não vemos por anos, mas ao nos reencontrarmos parece que nunca estivemos longe um do outro. No entanto, com frequência ouvimos ou experimentamos a morte de amizades. Estas são aquelas amizades em que após um conflito não há verdadeira restauração. Um dos lados opta por manter-se distante, mesmo que passe pelo “perdão ritual”. Mesmo entre cristãos isso é tristemente comum. Na minha vida (tenho hoje 60 anos) posso indicar com tristeza algumas amizades que morreram. A grande maioria destas mortes foi fruto de um conjunto de responsabilidades, tanto minhas como do outro.

Provérbios 18.19 nos alerta sobre a dificuldade de retomar uma amizade que aparentemente acabou:

Um irmão ofendido é mais inacessível do que uma cidade fortificada, e as discussões são como as portas trancadas de uma cidadela.

O texto indica com clareza que uma ofensa pode terminar uma amizade. No entanto, como todo texto sobre relacionamentos, este deve ser entendido em um contexto mais amplo e complexo. Conheço pessoas que, tendo se dado conta do perigo de atritos em uma amizade, optaram por simplesmente evitar confrontações a qualquer custo. Uma amizade assim será, no mínimo, limitada. Quando uma amizade evita a tal ponto atritos que deixa de confrontar, ela se torna algo diferente. É um relacionamento seguro, mas não alimenta a alma.

Provérbios 27.6 nos mostra um contraponto: “Quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos”. De maneira muito clara este texto, também tratando de amizades, afirma que um amigo verdadeiro irá ferir a quem ama. Na verdade, o alerta é para aqueles amigos que parecem concordar com tudo. Estes podem ser amigos falsos ou até mesmo inimigos.

Para corroborar existe ainda a instrução, também de Provérbios, que afirma: “Não repreenda o zombador, caso contrário ele o odiará; repreenda o sábio, e ele o amará” (9.8). Neste verso a instrução é para que se repreenda o sábio, para que este cresça, e como resultado ele o amará ainda mais!

Em resumo: (1) sou chamado a “ferir” (confrontar) a quem amo; (2) o sábio, ao ser confrontado, ama mais quem o confrontou; e, ao mesmo tempo, lemos que (3) um amigo se torna inacessível ao ser ofendido. Diante destas realidades, como proceder? Neste artigo quero me concentrar em como reconquistar o irmão e não na questão da ofensa em si.

1. Procure o amigo ofendido e se reconcilie (Mateus 5.23-24):

23Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, 24deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta.

A instrução de Jesus é clara: procure aquele(a) que você sabe que está ofendido(a) contigo. Não importa se você acredita que fez algo ou não contra esse amigo. Creio que uma das maiores barreiras a esse passo é nosso orgulho de acreditar que vemos a situação com clareza e que o outro está errado. Com isso não nos abrimos para a possibilidade que, mesmo sem intenção, tenhamos realmente ofendido a quem amamos.

2. Humilhe-se diante do Senhor. Ao buscar a reconciliação, não se defenda, mas humilhe-se (Tiago 4.1,10):

1De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês? 10Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará.

Essa humildade não significa aceitar mentiras, mas significa assumir que o seu modo de ver o conflito pode não ser o correto. Significa admitir que há outros elementos que afetaram o contexto, os quais, ou você não viu, ou não valorizou. Enfim, significa que mesmo que sua intenção tenha sido boa, o pecado que habita em cada um de nós pode ter deformado sua ação, de forma que no final foi mais uma ofensa do que uma benção. 3. Após fazer tudo ao seu alcance, fique em paz. Infelizmente, é comum que o amigo ofendido não aceite reconciliar-se contigo. Às vezes ele dá o passo do perdão, mas se recusa a dar o passo seguinte – de aceitar uma reconciliação. É uma dura realidade de nossa condição de caídos, pois existem situações que não dependem de nós (Romanos 12.16b-18):

16bNão sejam sábios aos seus próprios olhos. 17Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. 18Façam todo o possível para viver em paz com todos.

Uma vez que você fez todo o possível, é hora de descansar no Deus de toda a paz. Ele continua agindo tanto em ti como na pessoa ofendida. Ele vai conduzir ambas as vidas para a glória dele.

Minha oração é que tenhamos a ousadia de confrontar o erro na vida uns dos outros em nossas amizades. Dietrich Bonhoeffer, conhecido teólogo alemão, escreveu:

Nada pode ser mais cruel do que a indulgência que abandona outros no pecado. Nada pode ser mais compassivo do que a severa repreensão que chama outro cristão em sua comunidade de volta do caminho do pecado.1

Ao mesmo tempo, minha oração é que nesta tarefa nós não nos causemos ofensas uns aos outros. E caso isso ocorra, que possamos nos reconciliar. Por fim, se mesmo após todos os seus esforços a reconciliação não lhe for concedida, que as doces consolações do Espírito Santo tragam paz ao seu coração.

  • 1 Dietrich Bonhoeffer, Vida em Comunhão (São Leopoldo, RS: Editora Sinodal, 1997).

Fonte: Chamada da Meia-Noite

Perdoar para ser perdoado

Maria Helena

“Se, porém, não perdoares aos homens (as suas ofensas), tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mateus 6:15).

Perdoar não é fácil. Ninguém, nem Cristo disse que é. No entanto, precisamos perdoar aos que nos fazem algum mal, seja lá que mal for.

Jesus não nos deixou outra opção. Ele não disse: “Se possível, perdoe”. Aqui Ele estabelece uma condição para que possamos receber o perdão de Deus para nossas falhas. “Se porém, não perdoares…”. Jesus condiciona e restringe o perdão do Pai ao nosso perdão aos homens.

Alguém pode dizer: “Eu perdoo, mas não esqueço”. Ninguém precisa esquecer. Afinal, não temos problema de memória. Perdoar é lembrar sem sentir raiva ou mágoa, sem desejar o mal a quem assim nos fez.

É difícil? Claro que sim. Mas pensemos: somos maus, pecadores, erramos muitas e muitas vezes ao longo de nossa vida entristecendo assim a Deus. No entanto, se nos arrependemos, Ele nos perdoa e, segundo a Sua Palavra, Ele joga os nossos pecados no mar do esquecimento.

Como é bom saber disso, não é? Mas, se queremos o perdão de Deus, precisamos aprender a perdoar. Busquemos em Deus a força, a humildade e a sabedoria para isso.

Fonte: Pleno.News

O Deus dos impossíveis se importa com você

Maria Helena

“Lançando sobre Ele (Deus) toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5:7).

Quantas vezes nos vemos ansiosos diante dos nossos problemas. Não conheço ninguém que não tenha passado por isso. Agora mesmo, enquanto estava escrevendo esta meditação, ouvi um barulho no portão e fui ver quem era. Era meu marido, com o carro sendo trazido pelo reboque… Ultimamente, desempregado, precisou trabalhar como motorista de aplicativo. Essa é a quinta vez que batem em nosso carro. Sem contar os inúmeros perigos que ele corre, circulando dia e noite pelas ruas desse nosso Rio de Janeiro. É muita ansiedade e muito medo! E, nessas horas, assim como Pedro, tememos afundar enquanto caminhamos sobre as águas às vezes revoltas do mar da vida. Mesmo sabendo que Jesus está ali, pertinho.

Precisamos alicerçar a nossa fé na plena certeza de que Deus é poderoso para resolver todo tipo de problema. Nada lhe é impossível e esse Deus poderoso se importa! Ele tem cuidado de nós! Ele nos ama! Então, em vez de suportarmos nossas ansiedades sozinhos, lancemos sobre Ele as nossas ansiedades e, humilde e pacientemente, esperemos nEle.

Coloquemos em prática em nossa vida as palavras de Paulo em Filipenses 4:6 que diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças”.

Fonte: Pleno.News

Seja Deus glorificado através de nós

Maria Helena

“Tendo o vosso viver honesto entre os gentios, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem” (1 Pedro 2:12).

A fala: “Ninguém tem nada com isso, eu pago minhas contas” não deve servir para o cristão. O mundo está de olho em nós, pronto para acusar-nos. Se alguém que não é cristão faz algo que é errado, o comentário é pouco, porém, se alguém que se diz cristão erra, o escândalo é mais divulgado e aparecem logo muitos dedos apontados para ele.

Nossos atos e palavras devem ser característicos aos de um cristão, pois, caso contrário, estaremos não somente envergonhando nosso próprio nome, mas o Evangelho de Cristo.

É dever do cristão viver no mundo sem contaminar-se com ele. “Abstende-vos de toda forma de mal” é o conselho que temos em 1 Tessalonicenses 5:22.

Se alguém falar mal de nós, que seja por discriminação ou perseguição. Que não tenham razão em suas acusações. Que Deus seja glorificado por nossas ações. Sejamos irrepreensíveis em nossos atos e palavras, a fim de que Deus seja glorificado no mundo através de nossa vida. Amém.

Fonte: Pleno.News

Falemos de Cristo

Maria Helena

“… pregai o Evangelho… Quem crer… será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16:15 e 16).

A missão de pregar o Evangelho é de todos os servos de Jesus, sem exceção. Todos estamos comissionados e habilitados a pregar. O problema é que nem todos se sentem comprometidos com tão honrosa missão. Alguns creem que isso é trabalho para pastores, missionários, evangelistas. Outros não se importam com os que serão condenados.

Há os que dizem que não sabem como pregar, que não têm esse dom. Não sabem como falar. Há um hino do Cantor Cristão que diz: “Sabeis falar de tudo que neste mundo há, mas nem sequer palavra de Deus que tudo dá”. Nos arriscamos a falar de política, de educação, de futebol, etc., mesmo que não entendamos muito desses assuntos. Mas para nos negarmos a falar de Cristo, sempre temos uma desculpa.

Certa vez Deus falou a Ezequiel usando como figura de linguagem uma cidade e sua sentinela ou atalaia. Ele disse que se o atalaia avisar, tocando sua trombeta, e os cidadãos não derem ouvidos e não se prevenirem contra o perigo, então cada um responderá por si. Porém, se o atalaia não avisar a cidade sobre o perigo, o sangue dos que morrerem serão requeridos das mãos do atalaia. O texto conclui dizendo: “A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte” (Ezequiel 33:7).

Somos constituídos por Deus como sentinelas neste mundo. Nossa missão é tocar a trombeta do Evangelho onde quer que estivermos: no trabalho, na escola, na rua, na família. Não precisamos ser eloquentes pregadores. Poucas palavras, gestos ou atitudes podem falar do amor de Deus. Falemos de Cristo!

Fonte: Pleno.News

Pare de maltratar seu coração!

Vladimir Pinheiro de Castro

A Bíblia nos ensina: “Sobre tudo o que você deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas para a vida” (Provérbios 4:23).

Em outras palavras, ela quer dizer que aquilo que eu penso e sinto governam a minha vida! Então, quando preservo o meu coração, preservo minha saúde espiritual, a qualidade dos meus relacionamentos, e a robustez de minha fé!

Agora, por que expomos tanto nosso coração às circunstâncias dolorosas que o ferem e machucam? Penso que assim o fazemos porque preferimos sentir do que pensar, agir do que esperar, seguir nossos impulsos do que obedecer à vontade de Deus! Observe e veja se não é assim!

Agir por impulso faz-nos ter a sensação de controle e domínio, transmitindo-nos a ideia de que estamos no leme da vida! Uma realidade que é lançada por terra quando a primeira adversidade chega!

Ser governado pelos nossos sentimentos nos faz crer que a vida é uma sinfonia de circunstâncias prazerosas e harmônicas. Mas, quando algo dá muito errado e a vida “desafina”, ficamos sem saber como recuperar o tom!

Por fim, ser controlado pelos impulsos transforma a vida em uma grande aventura, dando a nós a falsa sensação de que, ainda que estejamos diante dos mais sérios riscos, sempre terminaremos bem! O problema é que, na maioria das vezes, o roteiro da vida não é escrito por nós e em sua absoluta maioria, os finais não são felizes! Por isso a exortação do sábio é: Guarda o teu coração!

Mas, guardar como?!

Guarde-o reconhecendo suas vulnerabilidades! Guarde-o respeitando seus limites, enfrentando sua dor. Guarde-o resolvendo suas crises! Coração não é lugar de morte, mas é lugar de vida! Não é lugar de amargura , mas de alegria. Não é lugar de guerra, mas é lugar de paz!

Sobretudo o que você deva guardar, proteja com todas as forças o seu coração!

Fonte: Pleno.News

A necessidade da oração

Maria Helena

“Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor. Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome” (Salmo 142:1 e 7).

Davi proferiu esta oração quando estava escondido em uma caverna (solitária, escura, profunda), fugindo de seus inimigos. Ali, provavelmente sentindo-se fraco, desprotegido, soterrado física e emocionalmente, ele clamou ao Senhor.

Quantas vezes, por causa dos nossos problemas e aflições, sejam eles quais forem, nos sentimos como Davi? Parece-nos que ninguém se importa, que ninguém nos vê. O poderoso rei Davi, no auge do seu sofrimento, reconheceu que só o Senhor poderia livrá-lo e clamou em alta voz.

Assim também devemos fazer: clamar ao Senhor com fé, derramar diante Dele o nosso espírito, sem meias palavras. Deus sabe de antemão o que nos aflige, mas Ele se agrada que levemos tudo a Ele em oração. Devemos contar-Lhe tudo , com detalhes, confiantes em Seu socorro, pois Ele está sempre pronto a nos ouvir e socorrer.

Davi reconheceu que não podia salvar-se por suas próprias forças. Estava esgotado, abatido, mas sua fé não foi abalada “…para que eu dê graças ao Seu nome”.

Confiar em Deus e louvá-Lo enquanto estamos no topo da montanha é fácil. Davi confiou enquanto estava no escuro da caverna e demonstrou seu desejo de louvar a Deus assim que dali saísse.

Entreguemos nossas aflições ao Senhor com fé que em breve O louvaremos agradecidos.

Fonte: Pleno.News