Bruxas apoiam Vladimir Putin com rituais e preces políticas

Um grupo de bruxas se reúne para realizar rituais e preces a favor do líder russo Vladimir Putin. Patrióticas, essas feiticeiras são conhecidas por fazerem parte do “Império das Bruxas Mais Poderosas”.

Nas reuniões, elas surgem encapuzadas e com túnicas, fazem um grande círculo e então baixam suas cabeças para um momento de silêncio e depois entoam preces misturadas com slogans políticos.

“Que venha com grandeza, o poder da Rússia, que guie o caminho de Vladimir Putin de forma correta por meio de minha reza. Respire, Mãe Terra, abraçando a Rússia por todos os lados”, diz a autoproclamada chefe do grupo, Alyona Polyn.

Ao continuar com a oração Polyn amaldiçoa os inimigos da Rússia: “Ó, poder primordial, regresse ao abismo aqueles que odeiam a Rússia. Que a Rússia se levante e se afaste da penúria e da pobreza e que os próximos dias abram as portas da felicidade”.

Em entrevista a jornais locais, Polyn declarou ser herdeira “de uma sabedoria ancestral” e que em todas as suas cerimônias ela faz manifestações de apoio ao país e ao presidente Putin.

O ocultismo é uma prática popular na Rússia, estima-se que o país tenha a maior quantidade de praticantes do que qualquer outro lugar na Europa Ocidental.

Putin mantém proximidade com líderes da Igreja Ortodoxa Russa e nunca demonstrou inclinações a práticas ocultistas. Acredita-se que esses grupos religiosos usem o apoio político para garantir sua legalidade.

Fonte: Gospel Prime

EUA vão revelar plano de paz entre Israel e palestinos em junho, após o Ramadã

O “acordo do século” que propõe estabelecer paz entre israelenses e palestinos será divulgado pelos Estados Unidos após o Ramadã, em junho. O anúncio foi feito por Jared Kushner, conselheiro sênior do presidente Donald Trump na última quarta-feira (17).

Kushner falou para cerca de 100 diplomatas e embaixadores na Blair House, em  Washington, D.C. Ele pediu para que mantivessem a mente aberta em relação ao plano, pois o acordo exigirá comprometimento de ambos os lados.

Ele destacou que o plano não comprometerá a segurança de Israel e terá um componente político “muito detalhado”, bem como o componente econômico.

Jason Greenblatt, representante especial de Trump para as negociações internacionais, disse na terça-feira (16) que a equipe de paz não divulgará nenhum detalhe antes do prazo. “A especulação não ajuda ninguém e prejudica o esforço. Nós gentilmente sugerimos que parem os jogos de adivinhação”, escreveu no Twitter.

O anúncio de Kushner foi dado depois que palestinos disseram que o plano estaria “morto”, porque removeu questões centrais como Jerusalém, assentamentos e refugiados. Os palestinos afirmam que o plano coloca todos os assentamentos da Cisjordânia sob a soberania israelense, uma afirmação reforçada pela campanha do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Greenblatt disse que, embora apenas Israel e palestinos possam resolver o conflito, ele acredita que o plano pode ajudá-los a alcançar esse objetivo. “Estamos trabalhando muito para elaborar o que acreditamos ser um plano justo, realista e implementável. Acordos justos exigem compromissos”.

Preocupações

A comunidade evangélica teme que as concessões prometidas pelo governo Trump incluam a perdas ao território israelense. O pastor Tony Perkins publicou um artigo de opinião no Washington Times pedindo a Trump para incluir Judeia e Samaria dentro das fronteiras soberanas de Israel, abstendo-se de qualquer equação de terra.

O embaixador israelense nos EUA, Ron Dermer, disse que o governo Trump e seus enviados no Oriente Médio deveriam dar confiança aos judeus. Falando em evento pré-Páscoa em Washington, ele garantiu que o tão esperado plano de paz irá considerar os interesses de Israel.

“Eu sei que muitas pessoas estão preocupadas com o plano de paz que será lançado em breve. Mas tenho que dizer que, como embaixador de Israel, estou confiante de que este governo, que tem apoiado Israel, levará em conta as preocupações vitais de Israel em qualquer plano que eles apresentarem”, disse Dermer.

Enquanto isso, a União Europeia rejeitou a ideia da soberania israelense na Cisjordânia, afirmando que criaria caos e violência no Oriente Médio. “Se não for uma solução de dois Estados, não será uma solução”, disse Federica Mogherini, alta representante da UE para Política Externa, em discurso no Parlamento Europeu em Estrasburgo.

Soberania israelense

Israel capturou o território da Cisjordânia na Guerra dos Seis Dias, mas nunca o anexou. A área C da Cisjordânia, onde os assentamentos israelenses estão localizados, está sob o domínio militar e civil de Israel. As áreas A e B estão sob a autonomia da Autoridade Palestina.

Netanyahu prometeu no início deste mês que, em seu próximo governo, anexaria as partes da Área C da Cisjordânia.

“A UE reconhecerá as mudanças nas fronteiras anteriores a 1967 somente se for acordado pelas partes, inclusive em relação a Jerusalém”, disse Mogherini. “A UE não reconhece a soberania israelense sobre qualquer um dos territórios ocupados por Israel desde junho de 1967, em consonância com o direito internacional e com as resoluções 242 e 497 do Conselho de Segurança da ONU”.

Mogherini disse que essa mesma política se aplica às Colinas de Golã, criticando a decisão do presidente Trump de reconhecer a soberania israelense sobre o local.

Fonte: Guiame

Em celebração de Páscoa no Planalto, Bolsonaro fala sobre Jesus: “Aquele que o Pai enviou para nos salvar”

Nesta quarta-feira (17) o presidente da República, Jair Bolsonaro, celebrou junto com nove ministros e autoridades a Páscoa. Num dos salões do Palácio do Planalto apresentou-se o grupo Arena Louvor, ligado à igreja evangélica Sara Nossa Terra, do bispo Robson Rodovalho.

Entre um louvor e outro, foram feitas leituras bíblicas de passagens conhecidos, como João 3:16 e 8:32, um dos versos preferidos do líder do país.

Na primeira fila estava a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Evangélica, ela acompanhou as músicas com entusiasmo. Perto dela, a ministra Damares Alves, que também é pastora. Os demais ministros tiveram comportamento mais discreto.

Entre os convidados estavam alunos da escola “Classe 1 da Estrutural” no Distrito Federal.

Em determinado momento, a pedido de uma vocalista todos ficaram de pé para “declarar que Jesus vive”, inclusive o presidente. Em seu breve pronunciamento, Bolsonaro defendeu a valorização da família. Asseverando a data remete à “paz e reflexão” pediu que os brasileiros pensassem sobre “o que aquele que o Pai enviou para nos salvar, representa para cada um”.

Fonte: Gospel Prime

Bolsonaro se reúne com representantes de países muçulmanos e diz que Brasil está aberto a todos

O presidente Jair Bolsonaro participou na semana passada do Jantar de Confraternização da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS), em Brasília, juntamente com alguns ministros como Tereza Cristina, da Agricultura, e Ernesto Araújo, das Relações exteriores.

Ao falar com 37 representantes de países muçulmanos, Bolsonaro agradeceu o convite de participar daquele jantar e  demonstrou desejo em manter os laços comerciais com os países muçulmanos, principais consumidores dos produtos agrícolas do Brasil.

“Esperamos que os laços comerciais se transformem cada vez mais em laços de amizade, de respeito e de fraternidade”, disse Bolsonaro. Ele declarou ainda que seu governo “está de braços abertos a todos, sem exceção”.

A proximidade do Brasil com Israel poderia prejudicar essa relação comercial com países muçulmanos. A participação de Bolsonaro nesse jantar foi importante para amenizar qualquer crise existente.

 

Fonte: Gospel Prime

Damares Alves quer agravar pena por abuso sexual quando cometida por líder religioso

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou nesta quarta-feira (10), durante audiência na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que dados do Disque 100 revelam que líderes religiosos de todos os segmentos são os principais abusadores de mulheres e crianças.

As informações são extraídas de denúncias feitas ao Disque 100, que mostram que essa proporção é de 11% envolvendo essas lideranças, a maior dentre as acusações repassadas à equipe do ministério que cuida do serviço, segunda a ministra.

Vítima de abuso sexual na infância por um líder religioso, Damares afirmou que o ministério vai fazer um “enfrentamento” da questão. “Vou fazer esse enfrentamento. Vamos enviar uma proposta em que a pena por abuso seja agravada se for cometida por um líder religioso”, revelou.

“Quem passou pelo calvário que eu passei, sabe o que é estar no colo de um abusador”, disse a ministra a CDHM, onde também afirmou que está lutando e trabalhando para que essa “seja a melhor nação do mundo para se criar meninas”.

A chefe da pasta afirmou que o ministério acompanha as dezenas de casos de abuso sexual envolvendo o líder religioso João de Deus, que classificou o caso como “o maior caso de abuso sexual do mundo”. Damares disse que o caso “é a mais uma tragédia para esse país”.

A ministra disse ainda que o Disque 100 abriu um canal para denúncias de violações de direitos humanos em alojamentos de times de futebol, depois do incêndio no centro de treinamento do Flamengo que deixou dez jovens mortos. “Vocês não têm ideia da quantidade de denúncias que está chegando”, alertou.

Damares também falou sobre aborto. Segundo ela, não haverá “militância” nem contra nem a favor da descriminalização do aborto. “A espinha dorsal do ministério é a defesa da vida”, esclareceu.

Fonte: Guiame

Bolsonaro almoça com pastores e reafirma compromisso com Israel

O presidente Jair Bolsonaro participou de um almoço com cerca de 100 pastores nesta quinta-feira (11) no  Hilton Hotel, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. Também estiveram presentes o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador do Rio, Wilson Witzel.

O almoço foi promovido pelo Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) e conduzido pelo pastor Silas Malafaia, que afirmou ter reunido 90% da representação evangélica do país.

Durante discurso no evento, Bolsonaro disse que a viagem a Israel tocou sua alma e reafirmou seu compromisso de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Seu primeiro passo foi anunciar a criação de um escritório de negócios na cidade santa.  “Queremos cumprir esse compromisso, mas, como um bom casamento, tem que namorar, ficar noivo”, explicou.

O presidente disse ainda que sentiu-se inspirado em Israel para tirar o Brasil da crise. “Veja o que eles não têm e o que eles são. Não têm riquezas naturais, água, biodiversidade, terras férteis, grandes áreas turísticas — a não ser as bíblicas. E olha nós. Nós temos tudo e olha o que nós não somos. O que nos falta é fé. Falta gente que sirva de exemplo para os demais e que não meça sacrifício na área de trabalho”.

O pastor norte-americano John Hagee, fundador da organização Cristãos Unidos por Israel, disse que os cristãos têm uma dívida com os judeus e que “Deus tem abençoado Trump” por ter reconhecido Jerusalém como capital de Israel. O pastor pediu que os evangélicos brasileiros também se movam nesta direção.

Igreja e sociedade

O presidente do STF, Dias Toffoli, reconheceu o trabalho que os evangélicos têm feito no país, destacando que os líderes religiosos chegam onde o Estado não está.

“Após momentos tão difíceis nos últimos quatro, cinco anos, com crise econômica agudíssima, com decréscimo do PIB, afetando principalmente as periferias, lá onde até o Estado não está muitas vezes, está uma igreja evangélica”, afirmou. “As senhoras e senhores atuam naqueles lugares que seguram muitas vezes a possibilidade do desespero humano chegar a sua última consequência”.

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, observou que o voto dos evangélicos em Bolsonaro não foi “exclusivamente por causa da agenda moral”.

“Votamos em Bolsonaro porque ele tem vida limpa, pela questão da segurança, da corrupção, pela questão de um novo país, pela questão do desemprego”, disse o pastor, destacando que os evangélicos não são alienados. “Estamos inseridos no contexto das necessidades e desejos desse país grande”.

Malafaia elogiou o presidente do STF e o presidente do Senado e analisou os primeiros cem dias do presidente Jair Bolsonaro: “Um pepino de 14 anos é em 100 dias que vai resolver? Vamos ter paciência”.

Fonte: Guiame

Damares recebe apoio nas redes sociais após ser atacada por deputada do PT

A hashtag #DamaresBrasilTeAma está entre os assuntos mais comentados do Twitter nesta quinta-feira (11). A campanha de apoio vinda dos internautas é uma resposta ao ataque que a ministra sofreu por parte da deputada federal Erika Kokay (PT-DF) na Comissão de Direitos Humanos desta quarta.

Kokay ironizou a experiência de tentativa de suicídio que Damares, quando criança, passou e foi salva por ter a visão de Jesus no pé de goiaba que a impediu de tomar veneno.

A ministra chorou com a ofensa proferida pela deputada petista, formada em psicologia, e se defendeu reafirmando sua história. “Jesus realmente apareceu no pé de goiaba pra mim. E a forma como a senhora falou em um primeiro momento machucou muito essa ministra”, respondeu.

Os internautas comentaram mensagens de apoio à ministra. “#DamaresBrasilTeAma Esquerdistas não têm escrúpulos, ética, moral… são capazes de qualquer coisa. Nós, não!”, escreveu uma internauta.

“Ministra @DamaresAlves você é muito importante para a nossa nação. Sua história é inspiração para qualquer um! Pode ter certeza que #DamaresBrasilTeAma”, escreveu o pastor Lucinho Barreto no Twitter.

“Lamentável no que tem se tornado nossa política! Pessoas totalmente desumanas, que em nome de uma ideologia política, não respeita quem pensa diferente. É nojento! #DamaresBrasilTeAma”, escreveu outra internauta.

“Me senti agredida com o ataque da Dep. Erika Kokay a Ministra Damares, chorei vendo o choro da ministra. Atacou a fé, as mulheres, a moral da Ministra e aqueles que sofreram abuso. Com a deputada pode cuidar de projetos focados nas vítimas de abuso, se é tão insensível? #DamaresBrasilTeAma”, comentou outra.

Fonte: Gospel Prime

Novo ministro da Educação diz que tem a Bíblia como referência

O Ministro da Educação, Abraham Weintraub, é um cristão e já declarou que tem a Bíblia como referência. Crítico da esquerda política, ele acredita que é necessário ampliar o debate além dos rótulos políticos.

“Esquerda ou direita, acho que é uma rotulação pobre. Somos humanistas, democratas, liberais, lemos a Bíblia (Velho e Novo Testamento) e a temos como referência”, afirmou ele ainda em 2018, quando foi questionado sobre apoiar o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro.

Formado em Ciências Econômicas pela Universidade de São Paulo (1994) e mestre em administração na área de finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ele é professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atuou no mercado financeiro por mais de 20 anos.

Fonte: Gospel Prime

Combate ao aborto mobiliza frente parlamentar em SP

A necessidade de equilibrar o debate sobre o aborto, e acompanhar projetos de lei e políticas públicas ligadas ao aborto, trazendo novas perspectivas sobre a temática, levou deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP) a tomar a iniciativa de mobilizar um grupo de parlamentares para atuação conjunta na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Gil coletou a assinatura de dezenas de deputados estaduais e, desta forma, pôde instalar na Casa a “Frente Parlamentar em Defesa da Vida”. “É um instrumento que nos permite debater o tema no Legislativo e sinalizar que existe um grupo de deputados engajados na defesa da vida humana”, disse o deputado do PSL.

“Queremos ouvir os especialistas e representantes dos diversos segmentos interessados no tema da defesa da vida humana, e elevar o debate para o campo da biopolítica, dos planos de educação e pesquisas acadêmicas sobre o tema”, enfatizou.

Além disso, informou Gil Diniz, o seu mandato deve intensificar a fiscalização sobre o aborto legal em instituições de saúde de São Paulo. “Queremos ter certa de que estão observando os casos previstos em lei sem ultrapassar os limites legais”, finalizou.

Fonte: Gospel Prime

Bolsonaro anuncia suspensão do Horário de Verão

Nesta sexta-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que irá acabar com o Horário de Verão. A decisão foi revelada em um café da manhã com jornalistas em Brasília, Distrito Federal.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, já havia sinalizado que o presidente estudava a possibilidade. O horário diferenciado iria começar em outubro, mas, a partir de estudos do ministério, a economia de energia não é mais tão significativa para mantê-lo.

Além disso, o horário não vale para todos os estados brasileiros. O Horário de Verão foi adotado pela primeira vez no Brasil em 1931 e está em vigor, sem interrupção, há 35 anos.

Fonte: Pleno.News