Partido Comunista Chinês cria campanha para extinguir igrejas domésticas

O governo comunista da China lançou uma nova campanha em abril para erradicar as igrejas domésticas, de modo que somente as que fazem parte do movimento Three-Self (Três Seres), que são autorizadas pelo Partido Comunista Chinês (PCC), e com fortes restrições, permaneçam.

De acordo com a International Christian Concern (ICC), a nova campanha contra as igrejas cristãs na China é chamada de Return to Zero (Retorno a zero). “O objetivo é desmantelar a escala [de igrejas], dissolver a organização e eliminar o cristianismo” da esfera pública, disse a instituição de defesa cristã.

Igrejas dentro da China são obrigadas a se registrar no governo e se tornar parte do movimento Three-Self. Pastores dentro do movimento precisam submeter seus sermões a oficiais do governo para aprovação. Mesmo em igrejas autorizadas, as crianças são proibidas pelo governo de participar.

As restrições e a censura impostas pelo PCC levaram milhões de cristãos chineses a se unirem a igrejas domésticas ilegais e não registradas.

No plano Return to Zero, as igrejas domésticas devem se unir ao controlado movimento Three-Self ou se separar.

Autorização ou fechamento

Em abril, a Igreja Zaidao, em Pequim, foi visitada por oficiais do governo e solicitada a adesão ao movimento Three-Self, informou o ICC. A congregação faz parte da China Gospel Fellowship, uma rede de igrejas domésticas.

Recentemente, a China fechou a Igreja Shouwang, de 1.000 membros, uma congregação de casas.

“Até agora, as igrejas em todo o país tem sido oprimidas com diferentes táticas pelo governo local, com o objetivo de forçá-las a se juntarem à Three-Self ou parar suas atividades”, disse um estudioso cristão não identificado ao ICC.

“Aqueles que recusarem serão banidos ou terão que fechar suas igrejas. Para as grandes redes de igrejas domésticas, a atitude do governo é atacá-las e destruí-las com firmeza”, explicou a fonte.

Ameaças

O censo publicado pelo regime comunista em 2018 afirma que existem quase 40 milhões de cristãos na China. Dada a natureza discreta das igrejas subterrâneas, alguns especialistas acreditam que o número real de cristãos fica entre 80 milhões e 100 milhões.

Este número é considerado ameaçador ao Estado. Quase supera os 89 milhões de membros do Partido Comunista Chinês. Por isso, um confronto de ideologia está prestes a acontecer – o seu partido é o seu Deus contra um Deus amoroso e justo, o sino-centrismo versus “influência estrangeira má” e o socialismo versus princípios universais.

Além disso, o PCC não pode se dar ao luxo de ver seu regime ameaçado por qualquer massa de pessoas que se sinta incapaz de controlar, mesmo que esta não tenha a intenção de derrubar o partido. Cristãos inevitavelmente se tornam espinhos em seus olhos, diz o ICC.

Desde que o presidente Xi Jinping chegou ao poder em 2013, ele alvejou deliberadamente cristãos da igreja clandestina, oprimindo-os com assédio, ameaças, prisão e tortura, enquanto tentava garantir que as igrejas sancionadas pelo Estado permanecessem fiéis.

Fonte: Guiame

Pastor sobrevive a grave acidente de carro e família celebra: “Foi Deus”

O pastor batista de uma igreja em Cherokee, na Carolina do Norte, conta que tem todas as provas de que viveu um milagre, depois de sobreviver a um acidente em que uma árvore muito grande entrou em sua picape na manhã de terça-feira (14), em Nantahala Gorge.

Fotos do grave acidente mostram a caminhonete do pastor Foreman Bradley e uma árvore passando pelo para-brisa dianteiro e atravessando para fora da janela traseira.

“Jesus está vivo e essa é a única razão pela qual sobrevivi”, disse o Pastor Foreman Bradley nesta sexta-feira (17) ao jornal Charlotte Observer.

A filha de Bradley, Jessica Bradley, postou no Facebook que seu pai “é um verdadeiro milagre ambulante… Deus estava com suas mãos em volta do meu pai naquele momento”.

Ela também relatou sua resposta àqueles que, admirados, não entendem como seu pai saiu vivo do acidente.

“Quando as pessoas me perguntam ou dizem ‘Como isso aconteceu? Como ele sobreviveu? Ele tem sorte’ tudo o que eles ouvem de mim é: Foi Deus! Ele foi o único que moveu a árvore poucos centímetros do corpo do meu pai. Ele foi o único que enviou ajuda rápida ao chamado do meu pai… Foi Ele quem o protegeu e o está curando rapidamente… Ele é o único!”, relata Jessica.

Fotos do acidente, feitas por Douglas Simonet que testemunhou o acidente, foram compartilhadas mais de 5.400 vezes desde que sua esposa, Heather, as publicou no Facebook na manhã de terça-feira. As reações variaram da descrença de que o motorista sobreviveu a sugestões de que a imagem era falsa.

A Batista Yellow Hill, à qual o pastor pertence, publicou na terça-feira uma mensagem no Facebook comunicando sobre o acidente do pastor Bradley contando que ele havia sofrido “várias lacerações na cabeça e arranhões no olho esquerdo” e deveria se recuperar totalmente.

“Gostaríamos de agradecer a todos que telefonaram, enviaram mensagens de texto e enviaram orações para nosso Pastor Foreman Bradley hoje. O irmão Foreman se envolveu em um grande acidente de carro esta manhã, sofrendo várias lacerações na cabeça e arranhões no olho esquerdo. Ele está em casa descansando agora e até sua recuperação completa”, dizia a mensagem.

A testemunha Douglas Simonet disse ao Observer que estava dirigindo a às 6h15, quando avistou o acidente.

“A árvore caiu de um caminhão deslizou de frente para o caminho que ele estava vindo… Eu não tinha ideia se havia alguém no lado do passageiro ou não, então eu rapidamente parei e corri para o caminhão”, disse.

Bradley estava fora do caminhão, tremendo de frio quando se sentou contra o parapeito de segurança, disse Simonet, que pegou um casaco para manter o pastor aquecido.

“Ele teve que segurar peles soltas em sua cabeça, onde algo cortou seu couro cabeludo aberto”, disse Simonet. “Definitivamente eu vi um milagre diante dos meus olhos”.

Fonte: Guiame

Mãe demorou 30 anos para revelar ao filho que eles eram cristãos

Os pais do norte-coreano Lee Joo-Chan nunca comentaram com ele que eram cristãos. Vivendo no país que mais persegue cristãos no mundo, os cristãos esperam que os filhos estejam adultos para então revelar que eles acreditam em Jesus.

Foi por isso que ele só descobrir a fé de seus pais aos 30 anos. Em entrevista ao Portas Abertas, Lee contou que sua mãe chegou a fugir do país e buscar refúgio na China durante o final da década de 90, quando a Coreia do Norte passou a fechar as igrejas existentes.

Foi na China que ela então revelou sua religião. “Pela primeira vez, minha mãe poderia me contar todas essas coisas que ela mantinha em segredo de mim por mais de 30 anos”, revelou Lee.

“Ela pegou minha mão e me levou para uma igreja vazia. Lá, ela me contou como se tornou cristã em 1935, quando tinha nove anos, que seus pais também eram cristãos e como todos se serviam durante a ocupação japonesa da Coréia. Ela ansiava por aqueles dias”, lembrou.

Naquele momento ele aprendeu sobre Jesus, sobre seu sacrifício na cruz e que ele é o Filho de Deus. “Ela orou por mim, pela Coréia do Norte e pelo povo da Coreia do Norte”, diz Lee. “Ela implorou ao Senhor para salvar seu povo.”

Anos depois a mãe de Lee e seu irmão voltaram para a Coreia do Norte e foram traídos por conhecidos que revelaram as autoridades que eles eram cristãos. Quatro soldados escondidos os mataram violentamente. Lee descobriu que seu pai e outros irmãos também foram presos e assassinados.

Lee foi morar na Coreia do Sul e se tornou um pastor, levando a Palavra de Deus para outras pessoas.

Fonte: Gospel Prime

“É meu dever compartilhar a palavra de Deus”, diz jogador demitido após postar versículo

O contrato do jogador de rúgbi australiano, Israel Folau, foi encerrado pela Rugby Austrália por ele ter publicado um versículo bíblico nas redes sociais que condena a prática da homossexualidade.

O atleta de 30 anos foi demitido em abril, mas pediu uma audiência, que foi ouvida por um júri de três pessoas. O júri o considerou culpado de uma “violação de alto nível” do código de conduta da Rugby Austrália e confirmou a demissão.

Folau, que tinha um contrato até 2022 com a entidade, tem 72 horas para apelar contra a decisão e está considerando suas opções. Ele pode conseguir uma nova audiência com a mesma evidência, mas um novo júri, ou tentar levar o caso à Suprema Corte da Austrália.

O atleta cristão postou uma imagem em sua conta no Instagram que dizia: “Atenção bêbados, homossexuais, adúlteros, mentirosos, fornicadores, ladrões, incrédulos, idólatras. O inferno espera por vocês. Arrependam-se! Só Jesus salva”.

Folau, que fazia parte do Waratahs, disse estar “profundamente entristecido” com a decisão da RA. “Foi um privilégio e uma honra representar a Austrália e meu estado natal, Nova Gales do Sul, jogando o jogo que amo”, disse Folau em nota.

“Como australianos, nascemos com certos direitos, incluindo o direito à liberdade religiosa e o direito à liberdade de expressão. A fé cristã sempre fez parte da minha vida e acredito que é meu dever como cristão compartilhar a palavra de Deus”, acrescentou.

“Reforçar as minhas crenças religiosas não deveria impedir minha capacidade de trabalhar ou jogar pelo meu clube e país”, destacou o jogador.

A audiência de três dias contou com a participação de Raelene Castle, diretor da Rugby Austrália, Michael Cheika, técnico da seleção Wallabies, e Andrew Hore, presidente da União de Rugby de Nova Gales do Sul.

O júri, em seguida, recebeu observações escritas antes de decidir sobre a punição de Folau.

Folau deve jogar na Copa do Mundo deste ano no Japão, mas Cheika disse que é improvável que seja escalado para a seleção australiana novamente. “Esta questão criou uma distração indesejada em um ano importante para o esporte e para a equipe Wallabies”, opinou Castle.

Além da punição, Folau perdeu recentemente contratos de patrocínio com a Land Rover, que retirou um carro que lhe foi entregue, e a marca de roupas esportivas Asics.

A Rugby Austrália é um membro da fundação do Pride in Sport Index, que é um programa australiano criado para incentivar as organizações esportivas a trabalhar na inclusão da comunidade LGBT.

Fonte: Guiame

Ex-bruxa se entrega a Jesus ao participar de culto: “Não resisti ao amor de Deus”

“Sou uma ex-bruxa salva pela graça do Senhor Jesus Cristo”. É assim que se apresenta a norte-americana Selah Ally Tower, 62 anos, depois de deixar dez anos de prática no ocultismo para se voltar a Deus.

Ally cresceu na igreja, mas recorreu à feitiçaria em 1989, depois de se matricular em um curso de feitiçaria. Na época, ela estava desapontada com sua vida e viu sua fé se esfriar.

“Meu casamento estava sendo destruído. Eu estava financeiramente caindo aos pedaços. Eu estava deprimida. E toda a oração e conselho simplesmente não pareciam ter efeito. Senti que estava abandonada”, disse Ally ao Charisma Podcast Network.

“Comecei a duvidar da Palavra de Deus — foi algo muito crucial, porque isso levou à minha descrença. Então, quando eu estava em um lugar de incredulidade, eu fiquei aberta a outras entidades espirituais que estavam lá fora”, acrescentou.

Certa noite enquanto lavava a louça, depois de estudar sobre os conceitos da Wicca, Ally conta que se sentiu atraída para contemplar a lua cheia. Inspirada no que havia lido, ela começou a invocar uma deusa pagã, olhando para a lua, e pediu “conhecimento em feitiçaria”.

“Eu soube naquele momento que eu tinha acabado de fazer algo que iria mudar minha vida. Eu entrei em casa e meus filhos até disseram: ‘Mamãe, por que seu rosto está brilhando?’ É como se tivesse me afetado fisicamente, mentalmente e espiritualmente”, ela lembra.

Depois de iniciar o treinamento em bruxaria, Ally se tornou uma típica bruxa — ela usava saias longas, capas escuras, lia cartas de tarô, queimava incenso e realizava rituais de feitiçaria.

“Você não pode fugir de Deus”

Enquanto isso, Ally permanecia em contato com seu pastor e, ocasionalmente, frequentava a igreja. Muitos membros a rejeitaram por seu envolvimento com as práticas pagãs e ela se tornou uma pessoa amarga, que se recusava a ouvir sobre Deus.

Um mês depois de estar envolvida completamente com a Wicca, Ally recebeu a ligação de seu pastor, a convidando para ver a pregação de um ex-ocultista. O preletor não apareceu, mas ela chorou durante todo o culto. Para provar a si mesma que suas lágrimas não passavam de mera emoção, ela voltou para outro culto, mas sentiu-se incomodada quando o sermão criticou o Halloween.

Quando se preparava para sair da igreja, uma mulher se aproximou, a abraçou e disse o quanto Deus a ama. Fora da igreja, ouviu o pastor declarar: “Você não pode fugir de Deus”.

“Senti um amor enorme me envolver completamente, me transbordando, como se o próprio Deus tivesse descido e me envolvido em Seus braços. Eu encontrei o amor de Deus com tanta intensidade que simplesmente não pude rejeitá-lo por mais tempo”, contou Ally ao Manna Express.

Naquele dia, ela ficou com a equipe de oração da igreja e aceitou Jesus. “Eu simplesmente não conseguia dizer não ao irresistível amor de Deus. Eu tive um novo despertar. Percebi que Ele me amava e nunca me abandonou, mesmo na minha hora mais sombria. Eu achava que Ele tinha me abandonado, mas Ele estava sempre lá. Eu fui para casa naquele dia sabendo que houve uma mudança na minha vida. Naquele momento, eu sabia que não podia mais continuar vivendo como uma bruxa”, disse Ally.

Fonte: Guiame

Homem é curado durante o batismo

Em setembro de 2017 o norte-americano Richard T. Daddona, na época com 60 anos, viveu um grande milagre quando resolveu se batizar nas águas em uma cerimônia realizada na Assembleia de Deus da Capela Trinity, em Louisville, Kentucky (EUA).

Um ano antes ele fora diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença que enfraquece os músculos e afeta gravemente as habilidades físicas de uma pessoa.

Quando recebeu o diagnóstico, em outubro de 2016, Daddona procurava com o neurologista uma razão para as contrações horríveis que ele sentia constantemente pelo corpo. A doença foi se agravando em janeiro de 2017 ele conseguiu se aposentar e passou a andar em uma cadeira de rodas.

Sua esposa, Nancie, precisou cuidar dele durante todo o tempo, pois ele não conseguia fazer mais nada sozinho, sentar, deitar, tomar banho ou se vestir.

Após o diagnóstico, Daddona começou a ter sonhos, foram no total 12 sonhos, sempre muito parecidos, onde ele ouvia um sermão, caminhava por uma caminho rodeado por 12 árvores e via uma passagem bíblica diferente cada vez que sonhava.

Nesses sonhos, no final do caminho ele encontrava uma cachoeira que enchia uma pequena piscina e a mensagem dizia que havia cura nas águas e elas poderiam lavar a doença e o pecado. Com o passar dos dias ele foi entendendo o que aquele sonho significaria, pedindo para que sua esposa anotasse cada vez que ele sonhava.

O penúltimo sonho veio acompanhado do versículo de Atos 22:16 que diz: “E agora por que te deténs? Levanta-te, e batiza-te, e lava os teus pecados, invocando o nome do Senhor”.

Ele então entendeu que precisava se batizar e assim o fez. Quando Daddona se sentou na piscina do batismo, ele começou a orar para que Deus o curasse. “Eu sabia que ia ser curado, mas não sabia quando. Estava apenas orando para que Deus me curasse naquele momento”, revelou.

Quando ele deixou a piscina, começou a sentir um calor, primeiro em suas mãos e então as suas pernas também esquentaram. Ele conseguiu agarrar a mão de um dos pastores e conseguiu sair da piscina sem ajuda de ninguém, completamente curado.

Sua esposa, dois filhos, suas duas noras e os três netos estavam assistindo o batismo na primeira fila e se emocionaram com a cura, Daddona conseguiu ir até eles e abraçá-los. No final do culto, ele saiu empurrando a cadeira de roda.

“Toda essa experiência me aproximou da minha esposa e nos aproximou de Deus. Nós sentimos que podemos depender totalmente dEle para qualquer coisa”, declarou ele em entrevista  ao site AG News.

Fonte: Gospel Prime

Alabama proíbe aborto até em casos de estupro

Nesta quarta-feira (15), a governadora do estado do Alabama, Kay Ivey, sancionou uma lei proíbe o aborto no estado, com apenas uma exceção: situações em que a mãe tem risco de morrer.

Em um comunicado, a governadora declarou que toda vida a preciosa. “Hoje eu sancionei o Ato de Proteção da Vida Humana do Alabama. Para os muitos apoiadores do projeto, essa legislação é um poderoso testemunho da crença profundamente arraigada dos cidadãos do Alabama de que toda vida é preciosa e que toda vida é um dom sagrado de Deus”, disse Ivey.

A lei não punirá a mulher que realizar o aborto, mas sim o médico ou pessoa responsável por fazer o procedimento que poderá ser condenada de 10 a 99 anos de prisão.

O Alabama segue outros estados que, recentemente, lançaram leis contra a interrupção da gravidez como Geórgia, Mississippi e Ohio. Esses estados aprovaram projetos que permitem o aborto apenas após a detecção dos batimentos cardíacos do feto.

Defensores do aborto prometem ir na justiça reverter essas leis. No Kentucky, que havia sancionado a lei do batimento cardíaco, conseguiram suspender a legislação em março deste ano.

O direito ao aborto está garantido nos Estados Unidos desde 1973 através de uma decisão da Suprema Corte. Gestações de até 28 semanas podem ser interrompidas sempre que a gestante desejar.

Ao mesmo tempo que alguns estados passam a proibir a interrupção da gravidez, no estado de Nova York aprovaram este ano uma lei que legaliza o aborto até o nascimento do bebê com a justificativa de “proteger a saúde da mulher”.

Fonte: Gospel Prime

Jovem é evangelizado em tentativa de suicídio e decide se batizar

No final do mês de abril, Collin Dozier estava dirigindo no caminho de volta para casa, por volta da meia-noite de uma quarta-feira, quando notou um carro parado em uma ponte próxima e sentiu Deus o chamando para lá.

“Parecia alguém batendo na minha porta. Quando isso acontece, você precisa atender”, disse Dozier ao site cristão americano ‘Faithwire’. “Foi simplesmente muito claro para mim”.

Ele percorreu o resto do caminho para casa, mas depois pegou sua scooter elétrica e voltou para a ponte de Lesner, em Virginia Beach (EUA), onde encontrou um homem disposto a se suicidar.

“Eu não queria chegar muito perto dele”, disse Dozier em um depoimento em vídeo compartilhado por sua igreja. “Eu estava a cerca de cerca de 3 ou 4 metros de distância dele e eu me inclinei sobre o corrimão ao lado dele. Então eu disse: ‘Ei cara, o que está acontecendo?’. Não tive resposta”.

O homem de 27 anos — que ainda não teve seu nome revelado — estava pronto a pular daquela ponte e nem sequer olhou para o lado. Mas Dozier não desistiu, em vez disso tentou estabelecer uma conversa e encorajar aquele rapaz que se encontrava em conflitos internos: “Eu disse: ‘Não faça isso. Jesus te ama. Ele está aqui por você”.

Dozier lembrou que naquele momento, suas tentativas seriam em vão sem o poder de Deus sobre ele.

“A única coisa que eu poderia fazer era me voltar para o Senhor e orar”, recordou Dozier. “Então, cheguei mais perto dele, estendi a mão e disse: ‘Senhor Jesus, por favor fale com esse rapaz. Abra os olhos dele agora mesmo. Deixe que ele veja Seu amor’. Eu sei que quando os tempos estão difíceis, essa é a única coisa à qual podemos recorrer”.

Após cerca de 20 minutos, de acordo com a WAVY-TV, a polícia finalmente apareceu. Quando chegaram, o homem que estava pronto a pular virou para o outro lado da grade da ponte, de frente para a água.

O homem – que alegava ter uma arma – ameaçou atirar, tanto em Dozier quanto no policial. Mas isso não impediu Collin, que continuou se aproximando cada vez mais daquele rapaz.

“Eu me lancei”, disse Dozier. “Eu fui em torno de seus braços, os prendi para não se agitassem, nem alcançassem qualquer coisa. Eu pisei no corrimão, o puxei de volta e o joguei na calçada”.

E então…

A partir daí, a polícia interveio, levou o homem sob custódia e o internou em um centro de reabilitação, onde permaneceu por mais de uma semana.

As ações de Dozier tiveram um impacto tão positivo sobre aquele homem que ele começou a ir à igreja com ele aos domingos, após sair do centro de reabilitação. Ele também está sóbrio há três semanas. Dozier disse que contou que acabou descobrindo mais tarde, que até aquela noite em que foi salvo, o homem passou 10 anos, se embriagando todos os dias.

O homem está agora programado para ser batizado.

Dozier, um ex-lutador de Wrestling (luta greco-romana), disse que sua própria fé também foi revigorada após aquela experiência. Ele disse ao ‘Faithwire’ que ele estava orando por Deus para torná-lo “ousado” em sua fé.

“Isso aconteceu por um motivo. Isto não foi por acaso. Eu não posso deixar de compartilhar isso”, disse ele. “Porque isso é totalmente de Deus. Ele me usou para poder fazer isso. Quais seriam as chances de eu — entre tantas outras pessoas — estar lá, naquele momento?”

O nativo de Virginia Beach passou a dizer que “nunca pensou” que Deus iria usá-lo de uma maneira tão poderosa.

“Isso realmente ajudou a aumentar minha fé, porque, pela primeira vez, recebo centenas de mensagens de pessoas, dizendo que elas querem mudar suas vidas e essa história as motivou a fazerem isso”, disse Dozier. “Eu apenas continuo vendo tantos corações mudados com a ajuda dessa história. É incrível”.

Fonte: Guiame

Pastor lista ‘falsos evangelhos’ que estão sendo pregados na igreja hoje

Há cinco falsos evangelhos sendo espalhados pelas igrejas hoje, de acordo com o pastor canadense Erwin W. Lutzer.

Suas reflexões foram feitas em conversa com Darrell Bock, professor sênior de pesquisa do Novo Testamento no Seminário Teológico de Dallas (EUA), em um episódio do podcast “The Table” publicado na segunda-feira (13).

O primeiro dos falsos evangelhos é o da “graça permissiva”, que defende que as pessoas podem ter graça sem transformação pessoal.

“Temos que pregar sobre o pecado e fazer isso com compaixão, para que as pessoas saibam que precisam da abundante e imerecida graça de Deus”, disse Lutzer. “Mas hoje muitas pessoas pregam a graça antes mesmo de as pessoas realmente saberem que precisam dela”.

O segundo falso evangelho descrito por Lutzer é o “evangelho da justiça social”, que deixa de lado a conversão pessoal em nome do assistencialismo.

“A justiça social, por melhor que seja, no seu melhor, não é o Evangelho. Pode ser o resultado do Evangelho, dependendo de como é definida. Você pode ir para a África ver que vários hospitais foram construídos por missionários. Sempre tivemos uma consciência social, mas a justiça social não é o Evangelho. O Evangelho não é o que podemos fazer por Jesus; é o que Jesus fez por nós”, analisa.

O pastor também listou os conceitos da “nova era” como um falso evangelho que está entrando nas igrejas evangélicas. “Fico feliz com a formação de estudos sobre espiritualidade que nos ajuda a caminhar no Espírito, mas muitas vezes, eles são combinados com as religiões orientais”, afirma.

Ele também cita o “evangelho da sexualidade”, no qual as igrejas não denunciam os pecados sexuais. “Há muitos que se declaram evangélicos, mas aceitam o casamento homossexual, porque o conceito de amor está sendo definido de maneira contrária às Escrituras”.

Uma ameaça às igrejas evangélicas apontadas pelo pastor é o “diálogo inter-religioso”, especialmente com os muçulmanos. “Não me oponho aos debates. E, claro, eu também acredito que precisamos fazer amizade com os muçulmanos”, explicou Lutzer.

Por outro lado, Lutzer citou declarações de apologistas islâmicos que ensinam como convencer a sociedade sobre sua visão religiosa, usando argumentos como “o Islã sempre defendeu a justiça das mulheres”, “o Islã sempre esteve na linha de frente dos direitos civis” e “Maomé foi um homem de paz que tentou atrair judeus e pagãos”.

“Como você leva o Islã para um público que provavelmente nunca viu um Alcorão, muito menos leu, ou o Hádice, e como você os vende em uma versão do Islã que será aceitável? Muitas pessoas estão se apaixonando por isso e eu advirto contra isso”, acrescentou Lutzer.

A explicação de Lutzer sobre os falsos evangelhos foi tirada de seu livro, publicado em agosto de 2018, intitulado The Church in Babylon: Heeding the Call to Be a Light in the Darkness (A Igreja na Babilônia: Atendendo ao Chamado para Ser uma Luz nas Trevas).

Fonte: Guiame

Cristã conta como preparou sua filha para a perseguição: “A Bíblia nos diz que acontecerá”

Ser encarcerado por sua fé é uma coisa. Mas o que aconteceria com seu filho se você fosse levado embora? Uma mãe cristã no Irã (país de posição 9 na Lista Mundial de perseguição religiosa da Portas Abertas) compartilhou como ela preparou a filha para o dia em que a perseguição chegasse às portas de sua casa.

“Eu sabia que o dia chegaria … o dia em que eles tocariam minha campainha e levariam a mim e meu marido para a prisão. Embora todos ao meu redor achassem que eu era dona de casa, eu estava, de fato, envolvida no ministério de tempo integral. As autoridades foram levadas a descobrir isso”, explicou a mulher.

Ela conta que começou a preparar sua filha para o difícil contexto em que vivem os cristãos no Irã desde bem cedo.

“Começamos a preparar nossa filha Lily* para perseguição quando ela ainda estava na escola primária: ‘Quando eles vierem e levarem papai e mamãe embora, não se preocupe’, dissemos a ela. ‘A Bíblia nos diz que isso acontecerá, que seremos perseguidos por acreditarmos em Jesus. Eles nos levarão para a prisão, nos farão perguntas e baterão em nós. Então nós voltaremos”, disse ela, se lembrando de suas palavras à filha.

O dia chegou

Para alguns pode parecer um tanto paranoica a decisão de falar sobre a perseguição ainda tão cedo com uma criança, mas o dia que aquela mãe descreveu para sua filha enfim chegou. Em uma manhã de inverno, as autoridades foram à casa dessa família. A pequena Lily tinha apenas 12 anos na época e já havia saído para a escola. Os oficiais vasculharam toda a casa e ordenaram que o casal fosse com eles.

“No caminho para a prisão, pensei em Lily e em como ela saberia o que fazer quando minha irmã a pegasse na escola e dissesse a ela o que aconteceu. A nossa Lily oraria por nós. E quando ela estivesse com medo, ela oraria ainda mais”, contou a mulher.

Na prisão, a mulher e seu marido foram separados. Eles podiam ligar para sua filha apenas quatro vezes por semana.

“Eu fui interrogada diariamente; logo eles encontraram meu ponto fraco. Minha garotinha”, contou a mãe. “Eu disse a eles tudo o que queriam saber sobre mim, mas me recusei a dar os nomes dos outros cristãos envolvidos em nosso ministério”.

“Tudo bem”, disseram os oficiais, “enquanto você não nos der os outros nomes, não poderá ligar para sua filha”.

Colocando a filha nas mãos de Deus

Mesmo com a condição imposta pelos oficiais, a cristã se negou a delatar os outros cristãos. Porém a situação a deixava com o coração apertado.

“Eu estava devastada. Eu não conseguia parar de chorar. Eu sabia que fiz a coisa certa, mas como eu poderia viver sem saber como minha filha estava? Como ela poderia ser consolada sem ouvir minha voz? Então, enquanto eu estava orando, de repente senti um vento quente acariciando minhas bochechas”, contou a mulher.

Ela explicou que logo após ouviu a voz de Deus lhe falar claramente: “Aceite”.

“Com cada suspiro que eu dei puxando aquele ar quente para dentro, senti meu corpo sendo preenchido com alegria. Na verdade, eu não conseguia mais me sentar. Eu tive que dançar de alegria e louvar a Deus. Isso durou a noite toda. Durante toda a noite, eu estava dançando para o Senhor, até a manhã seguinte Deus estava me dando a força para colocar minha amada filha em Suas mãos”, contou.

Não muito tempo depois, ela e seu marido foram libertados da prisão e se emocionaram ao reencontrar sua filha.

“Em lágrimas, vi o rosto da minha Lily novamente. Ela me disse que estava orando muito por nós. Passar esses momentos em oração e confiar no Senhor em tudo foi uma experiência completamente nova para ela”, contou a mãe.

Lily explicou que nunca cresceu mais em sua fé do que durante aquele tempo em que seus pais estiveram presos.

A mãe da garota explicou que após aquela experiência, comprovou que tomou a decisão certa ao preparar sua filha para momentos de angústia, mas também destacou a experiência grandiosa de entregar sua filha nas mãos de Deus.

“Eu preparei minha Lily para o que aconteceria quando fôssemos levados embora. E aprendi a colocar minha Lily nas mãos do Senhor e Ele cuidou dela de maneira milagrosa”, afirmou.

*Nome fictício, usado para preservar a segurança da família.

Fonte: Guiame