Pela primeira vez em 30 anos, Monte do Templo será aberto aos judeus no Dia de Jerusalém

Pela primeira vez em três décadas, o local sagrado do Monte do Templo será fechado para os judeus no Dia de Jerusalém, data que marca a reunificação da Cidade Santa após a Guerra dos Seis Dias.

O Monte do Templo, sagrado para judeus, muçulmanos e cristãos, só fica fechado para a visita de não-muçulmanos nos dez últimos dias do Ramadã. Este ano, os últimos dias coincidem com o Dia de Jerusalém, marcado para 1º de junho.

A última vez que o Monte do Templo foi fechado para os judeus no Dia de Jerusalém foi em 1988, quando também coincidiu com o fim do Ramadã.

Sob um acordo estabelecido desde a vitória de Israel na guerra de 1967, os não-muçulmanos podem visitar o Monte do Templo, mas não podem orar lá. Os judeus são autorizados a entrar em horários limitados, mas são vigiados de perto e proibidos de qualquer exibição religiosa.

No ano passado, mais de 2.000 judeus visitaram o local no Dia de Jerusalém, sob supervisão policial. Como milhares de fiéis muçulmanos são esperados no Monte do Templo durante o fim de semana de 1º de junho, a polícia disse nesta segunda-feira (13) que a decisão foi tomada para manter a ordem pública na Cidade Velha.

Uma declaração do distrito policial de Jerusalém disse que o local seria fechado para judeus e turistas “por razões de segurança pública e ordem pública”.

Os grupo de direita “Estudantes pelo Monte do Templo” denunciaram a decisão e prometeram lutar contra ela, dizendo que eles “não ficarão mais de braços cruzados diante da discriminação contra os judeus em seu lugar sagrado, especialmente no dia precioso da libertação do local”.

O grupo convocou os políticos “dedicados aos valores da democracia, liberdade de culto e liberdade de acesso” a exigirem o acesso ao Monte do Templo no Dia de Jerusalém.

Todos os anos, dezenas de milhares de israelenses celebram o aniversário da reunificação de Jerusalém em um desfile pela Cidade Velha, que é frequentemente marcado pela tensão com os palestinos locais.

A chamada Marcha da Bandeira, na qual jovens judeus marcham pela Cidade Velha de Jerusalém, enfeitada de branco e azul, aumentou as tensões em sua rota pelo bairro muçulmano.

Os lojistas palestinos ao longo da rota são forçados a fechar seus negócios durante o desfile, e os moradores do bairro muçulmano são aconselhados a ficar em casa.

No domingo, o jornal israelense Haaretz informou que a polícia de Jerusalém está considerando limitar a rota para a marcha deste ano para manter a ordem.

Depois que Israel capturou Jerusalém Oriental na Guerra dos Seis Dias, em 1967, a cidade foi anexada ao país e Jerusalém foi declarada a capital indivisível de Israel. No entanto, o movimento não foi reconhecido por grande parte da comunidade internacional.

Os palestinos encaram Jerusalém Oriental como a capital de seu futuro Estado, e o status da cidade está entre as questões mais contenciosas do conflito israelo-palestino.

Fonte: Guiame

Achados arqueológicos mostram como era a vida na época de Jesus

As descobertas arqueológicas da Ordem Franciscana mostram como as pessoas viviam na época de Jesus, através de objetos encontrados em mais de 100 anos de escavações em Nazaré, Belém, na Jordânia e também no Egito.

Esses objetos estão expostos no Museu Terra Santa de Jerusalém, localizado sob um mosteiro franciscano no centro histórico de Jerusalém. Ali é possível fazer uma viagem ao passado e observador como os moradores daquela região viviam.

“A arqueologia é importante porque nos mostra como as pessoas viviam, e precisamos disso para entender o passado, para entender nossas tradições”, disse Alliata em entrevista à BBC.

Muitos desses objetos estavam antes armazenados no Studium Biblicum Franciscanum, onde apenas acadêmicos ou pessoas com hora marcada podiam entrar e conferir de perto o acervo criado através das escavações.

Agora o material está disponível na ala de arqueologia do Museu Terra Santa, inaugurado em 2018, espaço que em breve será ampliado para receber a quantidade de turistas interessados em conhecer mais do que já foi descoberto.

Fonte: Gospel Prime

Inspirado em Salmos, Netanyahu quer enviar Bíblia à Lua em missão espacial

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quinta-feira (9) que pretende que a Bíblia impressa seja levada à Lua pela próxima espaçonave israelense para o espaço.

Em discurso no Quiz Bíblico Internacional para a Juventude, realizado todos os anos no Dia da Independência, Netanyahu prometeu enviar uma segunda espaçonave depois que a primeira, apelidada de “Beresheet” (Gênesis), colidiu com a superfície lunar em 11 de abril devido a complicações mecânicas.

“No mês passado, sentimos um tremendo entusiasmo: a espaçonave Beresheet estava a uma mão de distância da Lua”, disse o premiê no evento em Jerusalém.

Observando que a espaçonave carregava uma cópia digital da Bíblia, ele anunciou: “Isso não é suficiente. Nós vamos mandar a espaçonave novamente e, provavelmente, estará levando uma pequena Bíblia [impressa]. Eu quero que a Bíblia aterrisse na Lua, porque está escrito em Salmos 8:3: ‘Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a Lua e as estrelas que ali firmaste’. O Estado de Israel alcançará a Lua”.

Israel é, de longe, a menor nação que pretende pousar uma espaçonave na Lua, observou Netanyahu.

“Poucas nações orbitaram a Lua e, até agora, apenas três superpotências desembarcaram . Queremos ser a quarta nação a fazer isso. Afinal, as outras nações eram um pouco maiores que nós — os Estados Unidos, a China, a Rússia — e há uma boa chance de que dentro de dois ou três anos seremos a quarta potência”, visualiza o premiê.

“Como faremos isso?”, questionou. “Nós faremos isso por iniciativa, determinação e ousadia — dados a nós pelo nosso espírito, e nosso espírito vem da Bíblia. Não são só palavras. Esse espírito vem da Bíblia, porque não faria sentido essa enorme jornada que fizemos para retornar à nossa terra, ao nosso local de nascimento, se não tivéssemos levado conosco nossa fé, nossa tradição e nosso anseio pela pátria”.

O esforço de Beresheet foi homenageado nas celebrações dos 71 anos da independência de Israel. Na noite de quarta-feira (8), o bilionário Morris Kahn, presidente da SpaceIL, organização sem fins lucrativos que lançou a iniciativa, anunciou que voltará a contribuir com fundos para uma segunda tentativa de pousar uma espaçonave israelense na Lua.

Kahn contribuiu com cerca de US$ 30 milhões do custo total de US$ 100 milhões do primeiro lançamento.

O projeto era um empreendimento conjunto entre a SpaceIL e a Israel Aerospace Industries, financiada quase inteiramente por doações privadas de conhecidos filantropos judeus, incluindo Kahn, Miriam e Sheldon Adelson, Lynn Schusterman e outros.

Kahn já havia anunciado, poucos dias após a tentativa frustrada, que estava lançando o projeto Beresheet 2, dizendo: “Começamos algo e precisamos terminar. Colocaremos nossa bandeira na Lua”.

Fonte: Guiame

Palestina não aceitará nenhum plano de paz que não inclua Jerusalém

A imprensa de Israel tem divulgado detalhes do suposto “acordo do século” proposto por Donald Trump para resolver o conflito entre israelenses e palestinos.

Contudo, o ministro das Relações Exteriores da Palestina, Riyad al-Maliki, está avisando que seu país não aceitará qualquer opção que não inclua Jerusalém Oriental como capital de um futuro Estado.

Todos os contatos dos palestinos com Washington permanecem suspensos, após o presidente norte-americano ter anunciado o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

“Os palestinos não estão prontos para discutir qualquer plano que não inclua um Estado palestino independente baseado nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital”, declarou o chanceler ao Asharq Al-Awsat.

O governo dos EUA vem negando que os dados vazados sejam do acordo, mas a posição de Maliki é que a Autoridade Palestina não está interessada.

“Se os americanos acreditam que ofertas econômicas podem tentar os palestinos a abandonar Jerusalém, estão enganados”, destacou.

A posição da Autoridade Palestina é que os Estados Unidos voltem a respeitar as convenções internacionais quanto à cidade sagrada e a “uma solução para dois Estados”.

A expectativa é que Jared Kushner, genro de Trump e encarregado das negociações, apresente os termos do acordo “nas próximas semanas”.

Fonte: Gospel Prime

“O principal problema da Venezuela é espiritual”, diz pastor local

Uma intensa crise política eclodiu na Venezuela desde que Juan Guaidó foi reconhecido por vários países, incluindo o Brasil, como presidente da Venezuela, em 23 de janeiro.

Como reflexo desse embate, a última semana foi marcada por confrontos violentos entre as Forças Armadas e os opositores do regime de Nicolás Maduro nas ruas de Caracas.

Entre as fortes cenas de violência, a que mais se destacou foi a dos tanques avançando sobre os manifestantes. Mais de 200 pessoas ficaram feridas e pelo menos cinco morreram, sendo três delas adolescentes.

De acordo com o pastor venezuelano Enrique Soto, o problema de seu país é, acima de tudo, espiritual.

“Nosso principal problema é espiritual”, disse Soto ao site Charisma News. “Muitos estão sendo tocados pelo Senhor, mas muitos ainda se apegam à feitiçaria, Santeria e todo tipo de idolatria. A guerra espiritual é intensa porque o falecido presidente, Hugo Chávez, era um sacerdote da santeria e fez todos os tipos de pactos e rituais satânicos, auxiliados por Cuba, a fim de manter o poder e entregar a Venezuela às trevas do comunismo”.

A santeria é uma religião afro-americana de origem iorubá que se desenvolveu em Cuba entre os descendentes africanos. Os rituais são muito parecidos com os do candomblé brasileiro.

Soto diz que Hugo Chávez amaldiçoou a Venezuela quando disse, em 2010, que Israel é “genocida” e seria colocado em seu devido lugar. “Essa maldição destruiu nosso país”, observa. “Essa maldição deve ser quebrada pelo arrependimento”.

O pastor indicou pontos específicos de oração pela Venezuela. “É difícil descrever o sofrimento a menos que você veja com os olhos. Por favor, ore para que o povo sofredor não perca a esperança. Que o coração do povo venezuelano possa voltar-se para Cristo”, ele pede.

“Ore para que a igreja se arrependa — muitos pastores foram seduzidos por Chávez e apoiaram seu regime — para que o povo venezuelano, que é ligado a práticas do ocultismo, possa se arrepender e se voltar para Cristo”, disse Soto.

“Ore para que a fé dos pastores e das igrejas não falhe em meio à escassez e ao sofrimento”, acrescentou. “Eu conheço pastores que sobrevivem com uma doação mensal de 25 dólares e se consideram privilegiados, pois há centenas e talvez milhares de pastores que sobrevivem com muito menos. É por isso que muitos venezuelanos, incluindo pastores, vão para os países vizinhos”.

“Ore pelas famílias que foram afetadas. As crianças estão desnutridas e até abusadas, pois foram deixadas quase como órfãs porque seus pais tiveram que ir embora. Muitos jovens recorrem a roubos e crimes. Ore para que a igreja remanescente obtenha provisão e força sobrenatural para continuar orando, evangelizando, discipulando os novos crentes e plantando novas igrejas”, ele continua.

Apesar do caos, Soto diz que ainda há esperança. Alguns ministérios estabeleceram postos ao longo da fronteira entre Colômbia e Venezuela para ajudar os refugiados. Outros estão trabalhando com os moradores locais para equipar as pessoas com recursos durante a crise.

“O Senhor nos prometeu um grande avivamento e o fim deste regime comunista. Ore pelo presidente interino, Juan Guaidó, que é um jovem político extraordinário que era desconhecido há alguns meses, mas demonstrou incrível liderança, sabedoria e coragem. Ore para que o próximo governo, pela graça de Deus, torne este país melhor do que antes”, finalizou.

Fonte: Guiame

“Holocausto nunca mais” é projetada na fachada do Congresso Nacional

O Brasil fez uma homenagem no Dia do Holocausto e Heroísmo, na quarta-feira (1º), nas torres do prédio do Congresso Nacional Brasileiro (Câmara e Senado) com a projeção das palavras “Holocausto nunca mais”. A projeção foi solicitada pela COnfederação Israelita do Brasil (Conib).

Projetas em laser nas cores verde, as palavras relembraram sobre do genocídio em massa dos judeus em campos da Alemanha Nazista, em 1945.

O primeiro-ministro de Israel agradeceu à homenagem pelo twitter: “Obrigado ao meu amigo, presidente brasileiro Jair Bolsonaro, Congresso Nacional Brasileiro e ao povo brasileiro, por esta homenagem comovente no dia da lembrança do Holocausto”.

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro respondeu ao premiê israelense. “Forte abraço, Bibi! Shalom!”. Ao lado colocou as bandeiras do Brasil e de Israel na resposta.

Em hebraico, a data é o “Yom HaShoá VehaGvurá”, feriado nacional em Israel, dia 27 do mês de Nissan no calendário judaico. No calendário gregoriano, corresponde ao início da noite do 1º de maio, quando teve início a projeção.

A Conib afirma que a iniciativa é “um tributo à memória dos 6 milhões de judeus exterminados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, no episódio mais sombrio da história moderna”. Lembra também o espírito de resistência dos que conseguiram se rebelar em algumas cidades ocupadas pelos nazistas e em alguns campos de concentração.

De acordo com a Conib, o objetivo da data é fazer o Holocausto chegar ao conhecimento de todos, servindo de alerta contra o antissemitismo.

Fonte: Guiame

Bolsonaro chama Israel de “a terra de Jesus” em evento evangélico

A abertura do 37º Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora (GMUH), em Camboriú (SC) teve a presença do presidente Jair Bolsonaro. No evento, que teve início na noite desta quinta-feira (02) no Ginásio de Esportes Irineu Bornhausen, Bolsonaro exaltou o Estado de Israel e a declarou como “a terra de Jesus”.

Como sempre diz quando compara Israel com o Brasil, Bolsonaro repetiu que o pequeno país do Oriente Médio alcançou destaque mesmo sendo muito menor que o Brasil em dimensões.

“O menor Estado brasileiro, Sergipe, é maior que o Estado de Israel. E olha o que nós não somos. O que nos falta é ter fé, acreditar, ter certeza que a gente pode mover esse país para o destaque. Nós, enquanto autoridade, temos que governar pelo exemplo”, disse.

O presidente afirmou que chegou ao cargo de presidente sem mentir e disse entender que cumpre uma missão de Deus.

Bolsonaro homenageou um tenente brasileiro que lutou na 2ª Guerra Mundial que participava da solenidade: “A nossa vida de nada vale se não tivermos liberdade. Temos aqui um herói vivo que, nos campos de batalha da Itália, foi lutar pela liberdade de todo o mundo”, disse.

O presidente voltou a destacar o atentado sofrido durante a campanha eleitoral e afirmou ter sido “salvo por um milagre”. Meses antes de a faca ser desferida com ele em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro recebeu oração na região abdominal quando esteve no Congresso dos Gideões.

Bolsonaro cumprimentou o deputado Pastor Marco Feliciano, a quem chamou de companheiro nas lutas, na Comissão de Direitos Humanos, na defesa da tradicional família brasileira.

No evento, Bolsonaro recebeu uma placa em sua homenagem, com o provérbio “Quando justo governo, o povo se alegra” e agradecendo pelo “carinho demonstrado ao povo evangélico em geral”.

Fonte: Guiame

Pessoas param por dois minutos nas ruas de Israel, em homenagem às vítimas do Holocausto

Sirenes soaram quando Israel parou por dois minutos na quinta-feira para homenagear os seis milhões de judeus assassinados no Holocausto nesta quinta-feira, 2 de maio, o Dia Memorial do Holocausto.

A nação inteira uniu-se com um sentimento de luto e de respeito às vítimas daquele genocídio.

O momento comoveu não apenas israelenses, mas também turistas que simpatizam com as causas judaicas.

“É a primeira vez que estamos aqui durante o memorial do Holocausto e foi muito poderoso. Foi algo que nunca vimos. Todos se agrupam como país. Isso foi incrível”, disse Robert Dunn, da Filadélfia, à CBN News.

Até os jovens aproveitaram um momento para homenagear as vítimas.

Dois irmãos da Califórnia, descendentes de judeus, disseram que não estudaram o Holocausto na escola, mas sabiam do que se tratava.

“Nós ficamos parados, porque nos lembramos dos judeus que estavam na guerra e que morreram. Então, queremos que isso não aconteça de novo”, disse Benjamin Weiss, de 6 anos.

“Meu pai acabou de me contar sobre isso e também penso sobre minha bisavó Bubbe Ida, que sobreviveu ao Holocausto”, acrescentou Aviv Weiss, de 8 anos.

Os eventos começaram na noite anterior, quando a bandeira de Israel foi rebaixada a meio mastro no Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente Reuven Rivlin discursaram na cerimônia de abertura do “Dia da Memória dos Yom HaShoah – Os Mártires e Heróis do Holocausto”. Ambos falaram sobre o crescente antissemitismo e a necessidade de combatê-lo.

“Vivemos hoje em um paradoxo: a admiração mundial pelo Estado judaico é acompanhada em certos círculos pelo surgimento do ódio aos judeus”, disse Netanyahu. “A direita radical, a esquerda radical e os grupos islâmicos radicais concordam apenas em uma coisa: ódio aos judeus … Esta não é uma crítica legítima a Israel … mas um ódio sistemático, venenoso e superficial que constantemente mina a legitimidade do Estado-nação judeu e apenas do Estado-nação judeu “.

Rivlin concordou.

“Forças políticas onde antissemitismo e racismo são parte de sua línguagem, seu legado ou sua ideologia nunca podem ser nossos aliados … não existe tal coisa como amar Israel e odiar os judeus, assim como não existe amor aos judeus, odiando Israel “.

Israel se lembra do holocausto todos os anos de acordo com o calendário hebraico no aniversário da Revolta do Gueto de Varsóvia, em 1943.

Embora os combatentes judeus tenham sido quase todos mortos, isso marcou uma mudança de pensamento. Mais tarde, ajudou a moldar a identidade nacional de Israel, simbolizando a luta pela sobrevivência contra as probabilidades impossíveis.

Fonte: Guiame

Embaixador de Israel exibe a Bíblia na ONU para provar direito dos judeus à Terra Santa

O embaixador israelense na ONU, Danny Danon, exibiu diante dos diplomatas a Bíblia para defender o direito do povo judeu à terra de Israel durante uma sessão especial no Conselho de Segurança da ONU esta semana.

Danon foi desafiado a provar a ligação dos judeus com a Terra Santa durante a sessão. Ele apontou quatro elementos: “a Bíblia, a história, o direito internacional e a busca da paz e segurança internacionais”.

Em determinado momento, Danon abriu o livro sagrado e leu em voz alta o pacto de Deus com Abraão de Gênesis 17:7-8: “Estabelecerei a minha aliança como aliança eterna entre mim e você e os seus futuros descendentes, para ser o seu Deus e o Deus dos seus descendentes. Toda a terra de Canaã, onde agora você é estrangeiro, darei como propriedade perpétua a você e a seus descendentes; e serei o Deus deles”.

Ao terminar a leitura, levantou a Bíblia, virou-se para os presentes e disse: “Esta é a Escritura da nossa terra”. “Do livro de Gênesis ao êxodo dos judeus, do Egito ao recebimento da Torá no Monte Sinai e à realização da aliança de Deus na Terra Santa de Israel, a Bíblia pinta um quadro consistente. Toda a história do nosso povo e nossa conexão com a terra de Israel começa aqui mesmo”, continuou.

Danon argumentou que as religiões abraâmicas – judaísmo, cristianismo e islamismo – reconhecem a conexão do povo judeu com Israel. “Até o Alcorão aceita a entrega divina da terra de Israel ao povo judeu”, destacou.

Encerrou dizendo que a culpa pelo conflito entre israelenses e palestinos é dos líderes palestinos. Para Danon, a paz só será possível quando os palestinos reconhecerem o direito de existência de Israel, acabarem com sua campanha de ódio contra os judeus e se esforçarem pela cooperação regional.

Fonte: Gospel Prime

Cristãos alemães levam réplica da Menorá a Jerusalém como “pedido de perdão”

Um grupo de cristãos alemães está a caminho de Jerusalém com uma réplica em tamanho real da Menorá, um candelabro de sete braços que foi feito por Moisés para ser colocado dentro do Santo Lugar no Tabernáculo.

Os onze cristãos, que fazem parte do “Projeto Menorá”, estão conduzindo o candelabro de 1,5 metro e 120 quilos de ouro como uma oferta de paz e um apelo à reconciliação com o povo judeu.

A Menorá foi levada do Tabernáculo para o Primeiro e Segundo Templo, conforme a Bíblia relata no livro de Êxodo. No ano 69 d.C., com a invasão romana a Jerusalém e a destruição do Templo, a Menorá foi levada pelos invasores para Roma.

O grupo enxerga o roubo da Menorá pelos romanos como o início do rompimento da igreja primitiva de suas raízes judaicas. Eles acreditam que isso desencadeou a Teologia da Substituição, uma interpretação que vê os cristãos como substitutos da promessa feita aos judeus.

“A igreja nunca devolveu os instrumentos sagrados ao povo judeu”, diz o grupo em seu site. “Em vez disso, a igreja se via como o novo Israel espiritual. Queremos estabelecer uma declaração. Queremos aceitar nossas falhas como igreja, como um sinal de retorno”.

A Menorá saiu da Alemanha e está viajando de barco por Roma até o porto de Israel, em Haifa. Espera-se que chegue a Israel no próximo domingo (5) e seja apresentado aos cidadãos israelenses na quinta-feira (9) em uma cerimônia em Jerusalém.

A chegada da réplica do candelabro irá coincidir com duas datas importantes para os israelenses: o Dia da Lembrança do Holocausto, que terá início no entardecer de 1 de maio e o Dia da Independência de Israel, que se iniciará em 8 de maio.

“Com o retorno da Menorá, nosso agradecimento e nosso amor pelo povo judeu, juntamente com o pedido de perdão, devem ser expressos. Um sinal que talvez fale mais alto e signifique mais do que muitas palavras”, afirmam.

Eles encaram o retorno da Menorá como um símbolo da restauração de Israel. “A Menorá é um símbolo de esperança de que o que foi roubado do povo judeu todos esses anos será devolvido, e que Deus está juntando as peças que estamos trazendo de volta”.

Fonte: Guiame