Arqueólogos encontram evidências da existência dos reinos de Judá e Israel

Arqueólogos questionavam se a cidade de Laquis, no centro de Israel, era uma cidade fortificada no tempo do rei Roboão, filho de Salomão. Depois de ser escavada inúmeras vezes nos últimos 80 anos, novas descobertas indicam que sim e apoiam a narrativa bíblica.

A mais antiga menção conhecida de Laquis está nas cartas de Amarna, que faziam parte do arquivo de correspondência do Egito com os seus reis vassalos e governadores em Canaã no século 14 a.C. As cartas indicavam que Laquis era uma cidade grande e poderosa em Sefelá.

Laquis foi destruída no século 12 a.C. e voltou a aparecer nos livros de Crônicas, descrita como uma das cidades fortificadas pelo rei Roboão, que governou Judá aproximadamente no século 10 a.C., cerca de 400 anos depois das cartas de Amarna.

Em todas as escavações de Laquis, não havia sinais de uma cidade fortificada durante o reinado de Roboão — até agora. Segundo o professor Yossi Garfinkel, chefe do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, um muro anteriormente descoberto data exatamente ao tempo de Roboão.

“Descobrimos que Laquis era uma cidade fortificada e que foi estabelecida por volta do ano 920 a.C.”, disse Garfinkel.

Esta descoberta anuncia o retorno da conexão entre textos bíblicos e descobertas arqueológicas. Esta é uma evidência para dúvidas que surgiram nos círculos arqueológicos israelenses se a monarquia de Israel e Judá, governada por Davi e Salomão no século 10 a.C., realmente existiu.

Os tradicionalistas afirmam que as descrições bíblicas de um reino poderoso nas colinas da Judéia existem. Os críticos apontam para lacunas “intransponíveis” entre os textos bíblicos e os reais achados arqueológicos.

Garfinkel explica que, no final da Idade do Bronze, Laquis era uma grande cidade cananéia. Depois de ser destruída no século 12 a.C., ficou em ruínas por 200 ou 250 anos. A grande questão entre os pesquisadores era em relação a origem da cidade fortificada.

Garfinkel começou a procurar por um muro que seria típica de fortificações — grosso e forte. Sua equipe encontrou um muro que pode ser datado através de caroços de azeitona que foram encontrados embaixo do chão. Amostras determinaram que o muro foi construído por volta de 920 a.C., exatamente durante o reinado de Roboão.

Ele acredita que esta é uma forte prova de que, nos dias de Davi, o reino se estendia pelo menos até o vale de Elá. Garfinkel defende que o reino não surgiu de repente, mas se expandiu ao longo do tempo. “Foi um processo gradual e agora posso ver”, afirma.

A escavação em Laquis descobriu ainda outro achado importante: um altar de quatro chifres de barro, descrito no livro de Êxodo. Ela data aproximadamente no século 8 ou 7 a.C. e é o mais antigo altar conhecido do gênero, encontrado em Judá até agora. Isso atesta que os judeus de Judá não confinaram seus rituais de adoração ao templo em Jerusalém.

Fonte: Guiame

EUA vão revelar plano de paz entre Israel e palestinos em junho, após o Ramadã

O “acordo do século” que propõe estabelecer paz entre israelenses e palestinos será divulgado pelos Estados Unidos após o Ramadã, em junho. O anúncio foi feito por Jared Kushner, conselheiro sênior do presidente Donald Trump na última quarta-feira (17).

Kushner falou para cerca de 100 diplomatas e embaixadores na Blair House, em  Washington, D.C. Ele pediu para que mantivessem a mente aberta em relação ao plano, pois o acordo exigirá comprometimento de ambos os lados.

Ele destacou que o plano não comprometerá a segurança de Israel e terá um componente político “muito detalhado”, bem como o componente econômico.

Jason Greenblatt, representante especial de Trump para as negociações internacionais, disse na terça-feira (16) que a equipe de paz não divulgará nenhum detalhe antes do prazo. “A especulação não ajuda ninguém e prejudica o esforço. Nós gentilmente sugerimos que parem os jogos de adivinhação”, escreveu no Twitter.

O anúncio de Kushner foi dado depois que palestinos disseram que o plano estaria “morto”, porque removeu questões centrais como Jerusalém, assentamentos e refugiados. Os palestinos afirmam que o plano coloca todos os assentamentos da Cisjordânia sob a soberania israelense, uma afirmação reforçada pela campanha do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Greenblatt disse que, embora apenas Israel e palestinos possam resolver o conflito, ele acredita que o plano pode ajudá-los a alcançar esse objetivo. “Estamos trabalhando muito para elaborar o que acreditamos ser um plano justo, realista e implementável. Acordos justos exigem compromissos”.

Preocupações

A comunidade evangélica teme que as concessões prometidas pelo governo Trump incluam a perdas ao território israelense. O pastor Tony Perkins publicou um artigo de opinião no Washington Times pedindo a Trump para incluir Judeia e Samaria dentro das fronteiras soberanas de Israel, abstendo-se de qualquer equação de terra.

O embaixador israelense nos EUA, Ron Dermer, disse que o governo Trump e seus enviados no Oriente Médio deveriam dar confiança aos judeus. Falando em evento pré-Páscoa em Washington, ele garantiu que o tão esperado plano de paz irá considerar os interesses de Israel.

“Eu sei que muitas pessoas estão preocupadas com o plano de paz que será lançado em breve. Mas tenho que dizer que, como embaixador de Israel, estou confiante de que este governo, que tem apoiado Israel, levará em conta as preocupações vitais de Israel em qualquer plano que eles apresentarem”, disse Dermer.

Enquanto isso, a União Europeia rejeitou a ideia da soberania israelense na Cisjordânia, afirmando que criaria caos e violência no Oriente Médio. “Se não for uma solução de dois Estados, não será uma solução”, disse Federica Mogherini, alta representante da UE para Política Externa, em discurso no Parlamento Europeu em Estrasburgo.

Soberania israelense

Israel capturou o território da Cisjordânia na Guerra dos Seis Dias, mas nunca o anexou. A área C da Cisjordânia, onde os assentamentos israelenses estão localizados, está sob o domínio militar e civil de Israel. As áreas A e B estão sob a autonomia da Autoridade Palestina.

Netanyahu prometeu no início deste mês que, em seu próximo governo, anexaria as partes da Área C da Cisjordânia.

“A UE reconhecerá as mudanças nas fronteiras anteriores a 1967 somente se for acordado pelas partes, inclusive em relação a Jerusalém”, disse Mogherini. “A UE não reconhece a soberania israelense sobre qualquer um dos territórios ocupados por Israel desde junho de 1967, em consonância com o direito internacional e com as resoluções 242 e 497 do Conselho de Segurança da ONU”.

Mogherini disse que essa mesma política se aplica às Colinas de Golã, criticando a decisão do presidente Trump de reconhecer a soberania israelense sobre o local.

Fonte: Guiame

Pesquisadores dizem ter encontrado rota usada por Moisés no Êxodo

Especialistas da Fundação de Pesquisa Doubting Thomas (Tomé, o Incrédulo em tradução livre), há anos fazem estudos históricos investigando as evidência dos relatos bíblicos. Eles acreditam que finalmente descobriram evidências do caminho percorrido durante o Êxodo dos judeus do Egito para a Terra Prometida.

Liderados por Ryan Mauro, eles viajaram para a Arábia Saudita três vezes, coletando dados e fazendo registros em um local que tem acesso restrito, mas que tem sido apontado há décadas como a verdadeira localização do Monte Sinai.

“O que encontrei lá foi simplesmente incrível. Eu não podia acreditar que havia todas essas evidências do Êxodo e quase ninguém fora dessa região estava ciente disso”, explicou Mauro, que é cineasta.

O Livro de Êxodo fala sobre a saída dos judeus da escravidão no Egito, o cruzamento do Mar Vermelho e sua jornada pelo deserto. Um dos locais mais significativos na narrativa é o Monte Sinai, onde Moisés recebeu os Dez Mandamentos.

Historicamente, a localização deste monte é associada com a península do Sinai, no Egito. Anualmente, milhares de peregrinos o escalam para visitar o que se acreditam ser o local onde Deus se revelou pela primeira vez a Moisés.

Contudo, existem vários estudiosos que apontavam para Jabal al Iawz, conhecido como “outro monte Sinai”, localizado a mais de 160 quilômetros a leste do golfo de Aqaba, que separa a península do Sinai da Arábia Saudita.

Fonte: Gospel Prime

Quatro pessoa detidas por tentarem realizar sacrifício pascal no Monte do Templo em Jerusalém

Quatro pessoas, entre as quais dois jornalistas, foram esta manhã detidos quando tentavam fazer chegar 2 pequenos bezerros até ao Monte do Templo para a realização do ritual da Páscoa.
A polícia israelita informou que esta manhã deteve um adulto e um menor que tentavam “causar provocações”, sacrificando 2 bezerros nesta véspera da Páscoa no Monte sagrado do Templo.
Dois jornalistas que se preparavam para filmar o acontecimento foram também detidos. O material fotográfico dos dois jornalistas foi também apreendido.
Segundo a polícia, que descobriu os dois animais na mala de bagagem do carro dos activistas, havia suspeitas de que os ativistas “estavam a caminho do Monte do Templo para fomentar provocações e causar distúrbios na ordem pública do local.”
Os dois ativistas foram entretanto ouvidos esta tarde em tribunal, sob acusação de “abuso de animais.”
Os dois repórteres, um deles do diário “Haaretz” protestaram entretanto veemente pela apreensão do equipamento fotográfico: “Fui detido ontem à noite por cerca de seis horas basicamente por estar a fazer o meu trabalho como jornalista e documentar os ativistas do Monte do Templo” – lamentou um dos jornalistas, acrescentando: “Tudo bem, mas a polícia ainda tem a minha câmara, vários cartões de memória, microfones e baterias.”
O editor do jornal Haaretz já exigiu entretanto à polícia a devolução imediata das câmaras e das imagens digitalizadas arrancadas das mãos dos repórteres.
A polícia reagiu entretanto, alegando que este tipo de incidentes acontece todos os anos, quando os zelotes tentam desafiar as restrições há muito impostas, tentando realizar sacrifícios de animais no Monte do Templo.
A Torá ordena o sacrifício de cordeiros na véspera da Páscoa, que se inicia amanhã à noite. Segundo a Bíblia, a carne do cordeiro deve ser comida na primeira noite da Festa, juntamente com pão não levedado e ervas amargas.

Publicado originalmente em Shalom Israel

Fonte: Notícias Cristãs

Pastor americano diz que apoio a Israel trará ‘bênçãos sobrenaturais’ para o Brasil

Durante um almoço entre o presidente Jair Bolsonaro e pastores nesta quinta-feira (11), no Rio de Janeiro, o pastor norte-americano John Hagee falou sobre o cumprimento das profecias bíblicas sobre Israel.

O encontro com cerca de 100 pastores das principais denominações evangélicas do país também contou com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador do Rio, Wilson Witzel.

De acordo com Hagee, pastor sênior da Cornerstone Church e fundador da organização Cristãos Unidos por Israel, esta foi uma reunião “orquestrada pelas mãos de Deus”.

Hagee disse que teve uma reunião semelhante em 2017 com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, onde discutiram o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a mudança da embaixada americana para Jerusalém.

O pastor tem uma relação próxima com Israel — em suas 42 viagens ao país, ele se encontrou com todos os primeiro-ministros israelenses, desde Menachem Begin (1977-83). Hoje ele afirma ser amigo pessoal do atual representante do cargo, Benjamin Netanyahu.

m sua conversa com Trump, Hagee explicou ao presidente que “Israel é o relógio de Deus”. “Quando o povo judeu esteve fora de Israel, o relógio parou. Quando eles voltaram para a terra, o relógio voltou a funcionar”, ilustrou.

Hagee explicou que Deus mede o tempo em estações de 50 anos, conhecidas como Jubileu, ano que é descrito em Levíticos 25:10. “O ano de jubileu é um ano onde Deus derrama bênçãos sobre a nação de Israel”, esclareceu.

Para confirmar o significado profético do ano jubileu, Hagee listou uma série de acontecimentos históricos que marcaram Israel em períodos de 50 anos.

Em 1917, Londres expressou por meio de seu ministro das Relações Exteriores, Arthur James Balfour, que era a favor do estabelecimento de “um lar nacional judeu”. Cinquenta anos depois, em 1967, houve a Guerra dos Seis Dias, na qual Jerusalém foi anexada a seu território. Cinquenta anos depois, em 2017, Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel e anunciou a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para a cidade.

Hagee disse a Trump que ele se tornaria um “político imortal” no dia em que apoiasse Israel. “Deus tem abençoado Trump por abençoar Israel”, destacou. “Nunca houve um presidente na história da América mais leal ao povo judeu do que Trump”.

Jerusalém é o epicentro da Bíblia, segundo Hagee. “Israel não é uma nação para turismo ou política, mas Israel é de fato bíblico”, frisou. “Deus irá abençoar as nações que abençoarem Israel. A ‘menina dos olhos de Deus’ precisa da nossa ajuda, e a porta da benção de Deus está aberta para as nações e igrejas [que a abençoarem]”.

O pastor incentivou os pastores brasileiros a apoiarem Israel de forma prática e apontou Israel como um fator de unidade entre os cristãos. O apoio a Israel pode “trazer bênçãos sobrenaturais, unidade espiritual e prosperidade para o Brasil”. Ele também disse que o “Brasil tem a chave para a América do Sul”.

Direcionando-se para Bolsonaro, Hagee deixou uma mensagem: “Que Deus te dê sabedoria sobre o tempo certo da embaixada. Está nas suas mãos”.

Fonte: Guiame

Hamas chama Jair Bolsonaro de “extremista”

No começo da semana o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, escreveu no Twitter uma mensagem contra o Hamas, grupo terrorista palestino que criticou a visita do presidente brasileiro a Israel.

O senador escreveu: “quero que vocês (do Hamas) se explodam!!!”. A mensagem foi duramente criticada e o parlamentar resolveu apagá-la.

O Hamas resolveu respondê-lo chamando o senador brasileiro criticando o presidente da República. “O filho do extremista presidente brasileiro está atacando o Hamas porque rejeitamos o apoio ilimitado do novo governo brasileiro à ocupação israelense, que é uma contradição ao apoio histórico do Brasil ao povo palestino”, escreveu o presidente do Conselho de Relações Internacionais do Hamas, Basem Naim.

“Jerusalém é um território ocupado, de acordo com o direito internacional, e ninguém, incluindo Jair Bolsonaro, tem o direito de legitimar a ocupação israelense”, acrescentou.

Fonte: Gospel Prime

Arqueólogos descobrem antiga cidade onde Abraão viveu e Jesus fez milagres

Pela primeira vez, arqueólogos israelenses descobriram os restos de um assentamento judaico do período do Segundo Templo na cidade de Berseba (Beersheva). O lugar é famoso nas Escrituras por conterem histórias ligadas aos patriarcas Abrão, Isaque e Jacó, e onde Jesus realizou um de seus milagres.

Em Gênesis 21, a cidade foi fundada por Abraão e Abimeleque depois que os dois resolveram suas diferenças sobre uma fonte de água e formaram uma aliança juntos.

Abrãao viveu durante muitos anos em Berseba, porém a cidade foi batizada com seu nome por Isaque. O nome Beersheva significa “Poço dos Sete” ou “Poço do Juramento”.

A Bíblia diz ainda que Isaque construiu um altar em Berseba e Jacó teve um sonho sobre uma escada para o céu depois de deixar a cidade.

Mais tarde, o profeta Elias se refugiou em Beersheva depois que Jezebel ordenou sua execução.

Jesus faz um de seus grandes milagres nesta cidade, onde ficava o Tanque de Betesda, rodeado por cinco terrações. Neste lugar, próximo à porta das ovelhas, Jesus fez um homem paralítico há 38 anos andar (João 5.1-23).

Descobertas

As escavações onde os objetos foram encontrados faziam parte de um plano para facilitar um novo bairro na cidade. No entanto, os pesquisadores israelenses descobriram os restos de um bairro antigo que já foi movimentado com a antiga vida judaica.

O lugar é datado do século 1 dC até a Revolta Bar-Kokhba contra o Império Romano em 135 dC. Está localizado ao longo da fronteira sul do antigo reino de Judá.

Pesquisadores encontraram um pedaço de uma lamparina decorada com uma menorá de nove ramos, que é uma das primeiras representações da menorá a ser descoberta.

Eles também descobriram vasos de pedra calcária usados em antigos rituais de pureza judaica, uma torre de vigia e até passagens subterrâneas escondidas usadas por rebeldes judeus.

“Restos do assentamento cobrem uma área que inclui várias estruturas e instalações, como as fundações de uma grande torre de vigia, instalações de panificação, antigos poços de lixo e um sistema subterrâneo que provavelmente foi usado como um banho ritual judaico (“mikveh”)”, explicaram o Dr. Peter Fabian, da Universidade Ben-Gurion no Negev e Dr. Daniel Varga, da Autoridade de Antiguidades de Israel.

“Sinais de uma conflagração descoberta em algumas das estruturas evidenciam uma crise que o assentamento experimentou, provavelmente a da Primeira Revolta Judaica”, acrescentaram. Essa revolta ocorreu em 70 dC.

Os pesquisadores estão especialmente empolgados com a menorá antiga encontrada no cinturão da lâmpada a óleo.

“Esta é provavelmente uma das primeiras representações artísticas de uma menorá de nove ramos já descoberta”, disse o Dr. Vargas.

Os arqueólogos também encontraram dezenas de moedas de bronze que foram cunhadas pelo Império Romano.

Fonte: Guiame

Bolsonaro manifesta apoio à construção do Terceiro Templo

Um gesto do presidente Jair Bolsonaro em sua visita ao Muro das Lamentações nesta segunda pode ter passado despercebido da grande mídia, mas tem um profundo significado espiritual. Acompanhado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o mandatário do Brasil esteve no Muro das Lamentações, onde fez orações.

Depois, desceu nos túneis que levam a porção subterrânea do complexo e esteve na sinagoga que fica cerca de vinte metros abaixo do que os judeus acreditam ser o local do Santo dos Santos no Templo construído por Salomão. Naquele espaço de culto, conversou com rabinos e assinou um livro. A rápida visita foi mostrada nas redes sociais do premiê israelense, mas curiosamente sem som.

Falando à imprensa, o senador Flávio Bolsonaro (PSL/RJ), que acompanha o pai na visita a Israel, explicou que trata-se do livro no qual apoia a construção de um templo em Jerusalém, no alto do Monte do Templo, onde hoje estão as mesquitas muçulmanas.

“Quando se assina um livro em que há um projeto de construção de um templo onde hoje é uma mesquita, é uma sinalização de qual é o elemento político-ideológico do presidente Bolsonaro”, ressaltou o senador.

No mesmo lugar, a comitiva de Bolsonaro viu com Netanyahu uma maquete mostrando como era o judaico que ficava no Monte do Templo.

Para muitos a decisão de não anunciar a mudança da embaixada para Jerusalém gerou decepção. Em seu lugar, no momento o Brasil manterá apenas um escritório de negócios. O senador disse que mesmo assim foi um passo importante: “O presidente e seus ministros vão dar o momento certo de fazer isso [a mudança]. Não tem prazo. Só o gesto que demos agora é tão importante quanto. Essa é a sinalização do elemento político-ideológico do presidente Bolsonaro”.

Para os judeus religiosos, a reconstrução do templo no alto do monte Moriá, é um sinal da vinda do Messias. Estudiosos das Escrituras acreditam que esse será um dos indícios mais claros de que a volta de Jesus está próxima de acontecer.

Fonte: Gospel Prime

Selos descobertos em Israel remetem a relato bíblico

Um selo de 2.600 anos com a inscrição “(pertence) a Natã-Meleque, Servo do Rei” foi descoberto no sítio arqueológico “cidade de Davi”, em Jerusalém.

Revelado ao público neste domingo (31) pelo Dr. Anat Mendel-Geberovich, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e pelo Centro para o Estudo da Jerusalém Antiga, trata-se de uma pequena peça de argila usada para assinar documentos nos tempos bíblicos.

“Embora não seja possível determinar com absoluta certeza que o Natã-Meleque mencionado na Bíblia era de fato o dono do selo, é impossível ignorar alguns dos detalhes que os ligam”, ressaltou Mendel-Geberovich em um comunicado.

Entre os aspectos distintivos estão o fato de ser um nome raro e que a datação remete ao mesmo período em que Natã-Meleque é citado, em 2 Reis 23:11, onde é descrito como um oficial na corte do rei Josias.

O selo ou “bula”, juntamente com outros artefatos, foi descoberta em um edifício público que foi destruído na mesma época que o Templo de Salomão. O achado arqueológico é bastante significativo, explica o Dr. Yiftah Shalev, da Autoridade de Antiguidades de Israel.
Doron Spielman, vice-presidente da Fundação Cidade de David, comemora: “Esta é uma descoberta extremamente interessante pessoas em todo o mundo. O selo pessoal de Natã-Meleque, um oficial graduado do governo de Josias, rei de Judá, conforme descrito no segundo livro dos Reis”.

Um segundo artefato foi localizado durante a escavação. Trata-se de selo feito de ágata azulada, com a inscrição “[pertence] a Ikar, filho de Matanyahu”.

Um selo de 2.600 anos com a inscrição “(pertence) a Natã-Meleque, Servo do Rei” foi descoberto no sítio arqueológico “cidade de Davi”, em Jerusalém.

Revelado ao público neste domingo (31) pelo Dr. Anat Mendel-Geberovich, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e pelo Centro para o Estudo da Jerusalém Antiga, trata-se de uma pequena peça de argila usada para assinar documentos nos tempos bíblicos.

“Embora não seja possível determinar com absoluta certeza que o Natã-Meleque mencionado na Bíblia era de fato o dono do selo, é impossível ignorar alguns dos detalhes que os ligam”, ressaltou Mendel-Geberovich em um comunicado.

Entre os aspectos distintivos estão o fato de ser um nome raro e que a datação remete ao mesmo período em que Natã-Meleque é citado, em 2 Reis 23:11, onde é descrito como um oficial na corte do rei Josias.

O selo ou “bula”, juntamente com outros artefatos, foi descoberta em um edifício público que foi destruído na mesma época que o Templo de Salomão. O achado arqueológico é bastante significativo, explica o Dr. Yiftah Shalev, da Autoridade de Antiguidades de Israel.
Doron Spielman, vice-presidente da Fundação Cidade de David, comemora: “Esta é uma descoberta extremamente interessante pessoas em todo o mundo. O selo pessoal de Natã-Meleque, um oficial graduado do governo de Josias, rei de Judá, conforme descrito no segundo livro dos Reis”.

Um segundo artefato foi localizado durante a escavação. Trata-se de selo feito de ágata azulada, com a inscrição “[pertence] a Ikar, filho de Matanyahu”.

“A descoberta desses dois artefatos em um contexto arqueológico claro que pode ser datado é muito emocionante”, disse o professor Yuval Gadot. Não são as primeiras bulas com nomes escritos em hebraicos antigos desenterradas na cidade de Davi, cujo nome remete ao local do antigo palácio do rei bíblico.

“Esses artefatos atestam o sistema de administração altamente desenvolvido no Reino de Judá e trazem informações importantes sobre a compreensão do status econômico de Jerusalém e seu sistema administrativo durante o período do Primeiro Templo”, destacou a nota assinada pelos dois arqueólogos.

Eles acrescentaram que a descoberta ajuda a fornecer uma visão mais clara sobre “a estrutura de Jerusalém durante este período e o tamanho de sua área administrativa. A destruição deste edifício pelo fogo, aparentemente durante a conquista babilônica da cidade em 586 a.C., fortalece nossa compreensão da intensidade da destruição na cidade.”

Fonte: Gospel Prime

Contra “escritório diplomático” em Jerusalém, Autoridade Palestina chama embaixador em Brasília

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de abrir um “escritório diplomático” em Jerusalém desagradou a Autoridade Palestina que resolveu chamar de volta seu embaixador no Brasil para consultas.

“O ministério entrará em contato com o embaixador da Palestina no Brasil para consultas, a fim de tomar as decisões apropriadas para enfrentar tal situação”, diz comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores da Autoridade Palestina.

O anúncio do escritório foi feito pelo presidente brasileiro durante o final de semana em Israel. A medida seria uma representação do reconhecimento do Brasil de que Jerusalém pertence aos israelenses. A região é reivindicada pelos palestinos.

Bolsonaro prometeu transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, acompanhando o entendimento dos Estados Unidos. Mas diante da posição do Ministério da Agricultura, que teme perder o comércio com os árabes, o governo federal resolveu não mudar a embaixada de lugar.

Fonte: Gospel Prime