Idosa se converte após receber missionários pela primeira vez no sertão da Paraíba

Quando viu missionários chegando em sua comunidade pela primeira vez, dona Francisca, 74 anos, sentiu medo. Pensando que poderiam ser ladrões, se escondeu embaixo da cama, até que ouviu em outro cômodo seu marido receber uma oração. Jesus entrou naquele lar.

Dona Francisca foi a primeira moradora a se converter ao Evangelho com a chegada dos missionários na comunidade rural de Malhada Vermelha, no município de Santo André, na Paraíba.

De acordo com a Upgrade Missões, que tem uma base missionária no município, Santo André é uma das 30 cidades menos evangelizadas do Nordeste. Dentre seus 46 povoados rurais, 44 não possuem presença evangélica alguma.

Francisca se lembra com lucidez o dia em que as Boas Novas de Cristo entraram em sua casa, cerca de 4 anos atrás. Um grupo de missionários passava pelo povoado e decidiu entrar em sua propriedade, mas ela temeu que sua criação de cabras fosse roubada.

“Quando eles chegaram na minha casa e eu vi aquela multidão de gente, eu pensei que eram ladrões e me escondi embaixo da cama. Eles começaram a orar por meu esposo e meu filho. Eu disse: ‘Meu Deus, essa aí é a palavra de Jesus e eu estou me escondendo’”, contou dona Francisca ao Guiame.

A idosa continuou desconfiada, mas imaginou que a verdadeira intenção daquelas pessoas seria revelada com a convivência. Com o passar do tempo, Francisca conheceu mais sobre Deus e também sobre o coração daqueles missionários.

“Depois dessas visitas, eu fui ficando muito feliz. O povo ficou implicando, dizendo que eram ladrões, que iriam me roubar. Eu dizia: Seja o que Deus quiser! Aceitei e até hoje eu sou feliz”, afirma Francisca, convicta de sua felicidade.

Vida transformada

Desde que o casal de missionários Pedro e Kessia Buriti, que fazem parte da Upgrade Missões, passaram a discipular dona Francisca, grandes mudanças aconteceram.

“Mudou muita coisa. Quando eu sentia raiva, eu descontava na cachaça e não conseguia perdoar as pessoas. Eu ficava com aquilo tudo trancado. Mas hoje eu tenho raiva e, de repente, passa. Eu agradeço a Jesus por estar conduzindo a minha cabeça”, afirma.

Francisca consumia álcool dos 20 anos aos 70 anos de idade. Através de uma oração feita por Pedro, a cura do vício também fez parte de sua transformação. “Ele colocou a mão na minha cabeça e, naquela hora, eu não senti vontade de beber nem refrigerante. Foi Jesus!”, garante.

Depois de receber a oração, dona Francisca abriu seu guarda-roupa e mostrou a Pedro onde escondia a cachaça. “Quando o povo me dava raiva, eu bebia uma golada e saía para brigar”, confessou. “Mas depois da oração, eu me senti muito feliz. Não aceito mais nada de bebida. Me sinto muito feliz em também ter tirado a cachaça do meu filho. Foi uma benção mandada por Jesus!”.

O dia de seu batismo marcou uma nova etapa para dona Francisca. “O batismo foi tudo na minha vida. Depois do ‘banho’ eu me senti aliviada. Meus irmãos ficaram implicando comigo, mas não tem importância. Uma cunhada que Jesus já levou se sentiu muito feliz. Ela disse: ‘Siga sua vida, não se importe com a implicação de ninguém’”, ela lembra.

Hoje dona Francisca faz parte das aulas de alfabetização promovidas pela Upgrade Missões e está aprendendo a ler a Bíblia. “Eu me sinto feliz quando vou para a aula. Agradeço a Jesus por ter colocado eles no meu caminho”, disse ela sobre os missionários.

Questionada sobre quem é Jesus, Francisca o define como seu intercessor: “Jesus é aquele que está lá no céu orando por nós. Sem Jesus não podemos seguir”.

Para conhecer mais sobre a Upgrade Missões, acesse sua página no Facebook e Instagram.

Fonte: Guiame

Saiba como a data da Páscoa é definida no calendário

Celebrada neste domingo (21), a Páscoa teve sua data marcada com base no calendário lunar dos judeus. Apesar de não ter uma data fixa, como o Natal no dia 25 de dezembro, foi estabelecido pelo Concílio de Niceia (325 d.C.), que a data acontece sempre entre 22 de março e 25 de abril.

De acordo com o pastor e historiador Junio Cesar, da Igreja Presbiteriana de Coelho Neto (RJ), a festa é marcada sempre após a primeira lua cheia após o início da primavera. Ele explica que no hemisfério norte, onde Israel se localiza, a estação tem início em março. Diferente do hemisfério sul, no Brasil, que começa em setembro.

– Geralmente a páscoa judaica é comorada no 14º dia do mês de Abibe (março-abril), que é o início do ano judaico. Aí, a gente tem as outras marcações. 47 dias antes da Páscoa, temos a chamada terça-feira gorda, que, para nós, é a terça-feira de Carnaval. Da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Ramos, você tem a marcação de 40 dias. E daí você tem mais 7 dias até a Páscoa. No século 16, o papa Gregório XIII confirmou a decisão do Concílio de Niceia – explicou Junio ao Pleno.News.

O biblista Luiz Sayão reforça a explicação sobre a questão do calendário lunar. Sayão esclarece que o calendário lunar muda de ano em ano e as datas são calculadas dentro dessa organização. A data da Páscoa judaica funciona como uma regra para os ortodoxos.

O teólogo aproveite para tirar dúvidas sobre o costume de se abster de carne no período da chamada quaresma. Mas deixa claro que não há referência bíblica que reforce o costume.

– Isso é uma tradição do Catolicismo que não tem fundamento. Nesse momento em que eles estão dedicados à maior concentração espiritual e litúrgica, se entende que a carne, no mundo antigo, é vista como uma manjá especial. A carne vermelha se torna o oposto do jejum. A Páscoa é um dia sagrado voltado para a lembrança da Paixão de Cristo. No Novo Testamento, a Páscoa é comemorado a partir da tradição judaica da libertação do povo do Egito. Quando Jesus institui a Nova Aliança, Ele comemorava o Pessach. A Nova Aliança em Cristo é nossa libertação completa no Senhor.

Fonte: Pleno.News

Em celebração de Páscoa no Planalto, Bolsonaro fala sobre Jesus: “Aquele que o Pai enviou para nos salvar”

Nesta quarta-feira (17) o presidente da República, Jair Bolsonaro, celebrou junto com nove ministros e autoridades a Páscoa. Num dos salões do Palácio do Planalto apresentou-se o grupo Arena Louvor, ligado à igreja evangélica Sara Nossa Terra, do bispo Robson Rodovalho.

Entre um louvor e outro, foram feitas leituras bíblicas de passagens conhecidos, como João 3:16 e 8:32, um dos versos preferidos do líder do país.

Na primeira fila estava a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Evangélica, ela acompanhou as músicas com entusiasmo. Perto dela, a ministra Damares Alves, que também é pastora. Os demais ministros tiveram comportamento mais discreto.

Entre os convidados estavam alunos da escola “Classe 1 da Estrutural” no Distrito Federal.

Em determinado momento, a pedido de uma vocalista todos ficaram de pé para “declarar que Jesus vive”, inclusive o presidente. Em seu breve pronunciamento, Bolsonaro defendeu a valorização da família. Asseverando a data remete à “paz e reflexão” pediu que os brasileiros pensassem sobre “o que aquele que o Pai enviou para nos salvar, representa para cada um”.

Fonte: Gospel Prime

“O que me mudou foi conhecer a Palavra de Deus”, diz atacante Fred

Não foi apenas o futebol que mudou a vida do atacante Fred. Mesmo com uma carreira de destaque no Brasil e duas Copas do Mundo no currículo, sua grande conquista é ter conhecido a Palavra de Deus.

Em entrevista ao Globo Esporte, Fred, que era conhecido como baladeiro e “pegador”, contou que a conversão ao cristianismo mudou seu comportamento e influenciou sua carreira profissional.

“O que mais mudou foi que eu conheci a Palavra de Deus”, destacou o artilheiro do Campeonato Mineiro, defendendo a camisa do Cruzeiro. Hoje ele é casado com Paula Armani e tem duas filhas.

Seu encontro com Deus aconteceu através do jogador Magno Alves, quando os dois jogaram juntos no Fluminense, entre 2015 e 2016. Magno, na época com 40 anos, era responsável por um grupo de oração entre os jogadores do time.

Fred lembra que a chegada do veterano mexeu com sua vaidade, mas resolveu aceitar fazer parte do grupo de oração. “Isso mexeu com a minha vaidade. Quem que é esse coroa? Quem que é esse ‘véião’? Veio tomar meu lugar? Ele estava com 40 e poucos anos e eu não conhecia o Magno”, contou.

“Eu jogava videogame com o Gum e o Jean, aí tocou o telefone e era o Magnata chamando para uma reunião de oração. Aí eu falei: ‘Vocês vão? Esse cara a gente nem conhece’. Queimando o Magnata… Aí na terceira reunião eu fui. Fiquei duas horas chorando, tive meu encontro com Jesus, e ali eu me converti”, acrescentou.

A partir de então, as mudanças foram acontecendo em sua vida. “A Bíblia fala não se prostituir, não se embriagar… Aí eu comecei a ver que isso não agradava a Deus. E quem pegou de ‘rebote’ foram meus filhos, minha família e meus amigos”, disse Fred.

O atacante vem colhendo os frutos dessa transformação. Em grande fase no Cruzeiro, o centroavante, de 35 anos, não pensa na aposentadoria. “Quando eu estava com 26, 27 anos, dizia que ia jogar até os 31, 32, não estava aguentando. Muita pressão, confusão, cobrança. Hoje eu não penso em parar. Eu me sinto bem melhor”.

Fonte: Guiame

Bolsonaro se reúne com representantes de países muçulmanos e diz que Brasil está aberto a todos

O presidente Jair Bolsonaro participou na semana passada do Jantar de Confraternização da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS), em Brasília, juntamente com alguns ministros como Tereza Cristina, da Agricultura, e Ernesto Araújo, das Relações exteriores.

Ao falar com 37 representantes de países muçulmanos, Bolsonaro agradeceu o convite de participar daquele jantar e  demonstrou desejo em manter os laços comerciais com os países muçulmanos, principais consumidores dos produtos agrícolas do Brasil.

“Esperamos que os laços comerciais se transformem cada vez mais em laços de amizade, de respeito e de fraternidade”, disse Bolsonaro. Ele declarou ainda que seu governo “está de braços abertos a todos, sem exceção”.

A proximidade do Brasil com Israel poderia prejudicar essa relação comercial com países muçulmanos. A participação de Bolsonaro nesse jantar foi importante para amenizar qualquer crise existente.

 

Fonte: Gospel Prime

Damares Alves quer agravar pena por abuso sexual quando cometida por líder religioso

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou nesta quarta-feira (10), durante audiência na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que dados do Disque 100 revelam que líderes religiosos de todos os segmentos são os principais abusadores de mulheres e crianças.

As informações são extraídas de denúncias feitas ao Disque 100, que mostram que essa proporção é de 11% envolvendo essas lideranças, a maior dentre as acusações repassadas à equipe do ministério que cuida do serviço, segunda a ministra.

Vítima de abuso sexual na infância por um líder religioso, Damares afirmou que o ministério vai fazer um “enfrentamento” da questão. “Vou fazer esse enfrentamento. Vamos enviar uma proposta em que a pena por abuso seja agravada se for cometida por um líder religioso”, revelou.

“Quem passou pelo calvário que eu passei, sabe o que é estar no colo de um abusador”, disse a ministra a CDHM, onde também afirmou que está lutando e trabalhando para que essa “seja a melhor nação do mundo para se criar meninas”.

A chefe da pasta afirmou que o ministério acompanha as dezenas de casos de abuso sexual envolvendo o líder religioso João de Deus, que classificou o caso como “o maior caso de abuso sexual do mundo”. Damares disse que o caso “é a mais uma tragédia para esse país”.

A ministra disse ainda que o Disque 100 abriu um canal para denúncias de violações de direitos humanos em alojamentos de times de futebol, depois do incêndio no centro de treinamento do Flamengo que deixou dez jovens mortos. “Vocês não têm ideia da quantidade de denúncias que está chegando”, alertou.

Damares também falou sobre aborto. Segundo ela, não haverá “militância” nem contra nem a favor da descriminalização do aborto. “A espinha dorsal do ministério é a defesa da vida”, esclareceu.

Fonte: Guiame

Pastor americano diz que apoio a Israel trará ‘bênçãos sobrenaturais’ para o Brasil

Durante um almoço entre o presidente Jair Bolsonaro e pastores nesta quinta-feira (11), no Rio de Janeiro, o pastor norte-americano John Hagee falou sobre o cumprimento das profecias bíblicas sobre Israel.

O encontro com cerca de 100 pastores das principais denominações evangélicas do país também contou com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador do Rio, Wilson Witzel.

De acordo com Hagee, pastor sênior da Cornerstone Church e fundador da organização Cristãos Unidos por Israel, esta foi uma reunião “orquestrada pelas mãos de Deus”.

Hagee disse que teve uma reunião semelhante em 2017 com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, onde discutiram o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a mudança da embaixada americana para Jerusalém.

O pastor tem uma relação próxima com Israel — em suas 42 viagens ao país, ele se encontrou com todos os primeiro-ministros israelenses, desde Menachem Begin (1977-83). Hoje ele afirma ser amigo pessoal do atual representante do cargo, Benjamin Netanyahu.

m sua conversa com Trump, Hagee explicou ao presidente que “Israel é o relógio de Deus”. “Quando o povo judeu esteve fora de Israel, o relógio parou. Quando eles voltaram para a terra, o relógio voltou a funcionar”, ilustrou.

Hagee explicou que Deus mede o tempo em estações de 50 anos, conhecidas como Jubileu, ano que é descrito em Levíticos 25:10. “O ano de jubileu é um ano onde Deus derrama bênçãos sobre a nação de Israel”, esclareceu.

Para confirmar o significado profético do ano jubileu, Hagee listou uma série de acontecimentos históricos que marcaram Israel em períodos de 50 anos.

Em 1917, Londres expressou por meio de seu ministro das Relações Exteriores, Arthur James Balfour, que era a favor do estabelecimento de “um lar nacional judeu”. Cinquenta anos depois, em 1967, houve a Guerra dos Seis Dias, na qual Jerusalém foi anexada a seu território. Cinquenta anos depois, em 2017, Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel e anunciou a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para a cidade.

Hagee disse a Trump que ele se tornaria um “político imortal” no dia em que apoiasse Israel. “Deus tem abençoado Trump por abençoar Israel”, destacou. “Nunca houve um presidente na história da América mais leal ao povo judeu do que Trump”.

Jerusalém é o epicentro da Bíblia, segundo Hagee. “Israel não é uma nação para turismo ou política, mas Israel é de fato bíblico”, frisou. “Deus irá abençoar as nações que abençoarem Israel. A ‘menina dos olhos de Deus’ precisa da nossa ajuda, e a porta da benção de Deus está aberta para as nações e igrejas [que a abençoarem]”.

O pastor incentivou os pastores brasileiros a apoiarem Israel de forma prática e apontou Israel como um fator de unidade entre os cristãos. O apoio a Israel pode “trazer bênçãos sobrenaturais, unidade espiritual e prosperidade para o Brasil”. Ele também disse que o “Brasil tem a chave para a América do Sul”.

Direcionando-se para Bolsonaro, Hagee deixou uma mensagem: “Que Deus te dê sabedoria sobre o tempo certo da embaixada. Está nas suas mãos”.

Fonte: Guiame

Bolsonaro almoça com pastores e reafirma compromisso com Israel

O presidente Jair Bolsonaro participou de um almoço com cerca de 100 pastores nesta quinta-feira (11) no  Hilton Hotel, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. Também estiveram presentes o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador do Rio, Wilson Witzel.

O almoço foi promovido pelo Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) e conduzido pelo pastor Silas Malafaia, que afirmou ter reunido 90% da representação evangélica do país.

Durante discurso no evento, Bolsonaro disse que a viagem a Israel tocou sua alma e reafirmou seu compromisso de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Seu primeiro passo foi anunciar a criação de um escritório de negócios na cidade santa.  “Queremos cumprir esse compromisso, mas, como um bom casamento, tem que namorar, ficar noivo”, explicou.

O presidente disse ainda que sentiu-se inspirado em Israel para tirar o Brasil da crise. “Veja o que eles não têm e o que eles são. Não têm riquezas naturais, água, biodiversidade, terras férteis, grandes áreas turísticas — a não ser as bíblicas. E olha nós. Nós temos tudo e olha o que nós não somos. O que nos falta é fé. Falta gente que sirva de exemplo para os demais e que não meça sacrifício na área de trabalho”.

O pastor norte-americano John Hagee, fundador da organização Cristãos Unidos por Israel, disse que os cristãos têm uma dívida com os judeus e que “Deus tem abençoado Trump” por ter reconhecido Jerusalém como capital de Israel. O pastor pediu que os evangélicos brasileiros também se movam nesta direção.

Igreja e sociedade

O presidente do STF, Dias Toffoli, reconheceu o trabalho que os evangélicos têm feito no país, destacando que os líderes religiosos chegam onde o Estado não está.

“Após momentos tão difíceis nos últimos quatro, cinco anos, com crise econômica agudíssima, com decréscimo do PIB, afetando principalmente as periferias, lá onde até o Estado não está muitas vezes, está uma igreja evangélica”, afirmou. “As senhoras e senhores atuam naqueles lugares que seguram muitas vezes a possibilidade do desespero humano chegar a sua última consequência”.

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, observou que o voto dos evangélicos em Bolsonaro não foi “exclusivamente por causa da agenda moral”.

“Votamos em Bolsonaro porque ele tem vida limpa, pela questão da segurança, da corrupção, pela questão de um novo país, pela questão do desemprego”, disse o pastor, destacando que os evangélicos não são alienados. “Estamos inseridos no contexto das necessidades e desejos desse país grande”.

Malafaia elogiou o presidente do STF e o presidente do Senado e analisou os primeiros cem dias do presidente Jair Bolsonaro: “Um pepino de 14 anos é em 100 dias que vai resolver? Vamos ter paciência”.

Fonte: Guiame

Damares recebe apoio nas redes sociais após ser atacada por deputada do PT

A hashtag #DamaresBrasilTeAma está entre os assuntos mais comentados do Twitter nesta quinta-feira (11). A campanha de apoio vinda dos internautas é uma resposta ao ataque que a ministra sofreu por parte da deputada federal Erika Kokay (PT-DF) na Comissão de Direitos Humanos desta quarta.

Kokay ironizou a experiência de tentativa de suicídio que Damares, quando criança, passou e foi salva por ter a visão de Jesus no pé de goiaba que a impediu de tomar veneno.

A ministra chorou com a ofensa proferida pela deputada petista, formada em psicologia, e se defendeu reafirmando sua história. “Jesus realmente apareceu no pé de goiaba pra mim. E a forma como a senhora falou em um primeiro momento machucou muito essa ministra”, respondeu.

Os internautas comentaram mensagens de apoio à ministra. “#DamaresBrasilTeAma Esquerdistas não têm escrúpulos, ética, moral… são capazes de qualquer coisa. Nós, não!”, escreveu uma internauta.

“Ministra @DamaresAlves você é muito importante para a nossa nação. Sua história é inspiração para qualquer um! Pode ter certeza que #DamaresBrasilTeAma”, escreveu o pastor Lucinho Barreto no Twitter.

“Lamentável no que tem se tornado nossa política! Pessoas totalmente desumanas, que em nome de uma ideologia política, não respeita quem pensa diferente. É nojento! #DamaresBrasilTeAma”, escreveu outra internauta.

“Me senti agredida com o ataque da Dep. Erika Kokay a Ministra Damares, chorei vendo o choro da ministra. Atacou a fé, as mulheres, a moral da Ministra e aqueles que sofreram abuso. Com a deputada pode cuidar de projetos focados nas vítimas de abuso, se é tão insensível? #DamaresBrasilTeAma”, comentou outra.

Fonte: Gospel Prime