Lua está encolhendo e sofrendo abalos de terremotos, diz Nasa

Um estudo divulgado pela Nasa nesta segunda-feira (13) diz que a Lua está encolhendo e sofrendo abalos de terremotos. A causa seria o esfriamento de seu interior, um fenômeno que nas últimas centenas de milhões de anos fez com que a Lua ficasse 50 metros menor em diâmetro.

Os terremotos, pela explicação da Nasa, são causados pelas “falhas de pressão” geradas pelo encolhimento na superfície originalmente quebradiça da Lua.

Para chegar nesse dado, os cientistas analisaram mais de 12 mil imagens registradas pela espaçonave Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), que detectaram trincheiras rasas e colinas criadas a partir da perda de calor e do encolhimento do satélite.

Os sismógrafos colocados na superfície lunar de 1960 à 1970 pelas missões Apollo também foram importantes para analisar essas alterações.

“Achamos que é muito provável que esses oito tremores tenham sido produzidos por falhas que se acumularam quando a crosta lunar foi comprimida (…) indicando que os sismômetros da Apollo registraram a Lua encolhendo e ainda é tectonicamente ativa”, disse Tomas Watters, um dos autores do estudo.

Fonte: Gospel Prime

Inspirado em Salmos, Netanyahu quer enviar Bíblia à Lua em missão espacial

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quinta-feira (9) que pretende que a Bíblia impressa seja levada à Lua pela próxima espaçonave israelense para o espaço.

Em discurso no Quiz Bíblico Internacional para a Juventude, realizado todos os anos no Dia da Independência, Netanyahu prometeu enviar uma segunda espaçonave depois que a primeira, apelidada de “Beresheet” (Gênesis), colidiu com a superfície lunar em 11 de abril devido a complicações mecânicas.

“No mês passado, sentimos um tremendo entusiasmo: a espaçonave Beresheet estava a uma mão de distância da Lua”, disse o premiê no evento em Jerusalém.

Observando que a espaçonave carregava uma cópia digital da Bíblia, ele anunciou: “Isso não é suficiente. Nós vamos mandar a espaçonave novamente e, provavelmente, estará levando uma pequena Bíblia [impressa]. Eu quero que a Bíblia aterrisse na Lua, porque está escrito em Salmos 8:3: ‘Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a Lua e as estrelas que ali firmaste’. O Estado de Israel alcançará a Lua”.

Israel é, de longe, a menor nação que pretende pousar uma espaçonave na Lua, observou Netanyahu.

“Poucas nações orbitaram a Lua e, até agora, apenas três superpotências desembarcaram . Queremos ser a quarta nação a fazer isso. Afinal, as outras nações eram um pouco maiores que nós — os Estados Unidos, a China, a Rússia — e há uma boa chance de que dentro de dois ou três anos seremos a quarta potência”, visualiza o premiê.

“Como faremos isso?”, questionou. “Nós faremos isso por iniciativa, determinação e ousadia — dados a nós pelo nosso espírito, e nosso espírito vem da Bíblia. Não são só palavras. Esse espírito vem da Bíblia, porque não faria sentido essa enorme jornada que fizemos para retornar à nossa terra, ao nosso local de nascimento, se não tivéssemos levado conosco nossa fé, nossa tradição e nosso anseio pela pátria”.

O esforço de Beresheet foi homenageado nas celebrações dos 71 anos da independência de Israel. Na noite de quarta-feira (8), o bilionário Morris Kahn, presidente da SpaceIL, organização sem fins lucrativos que lançou a iniciativa, anunciou que voltará a contribuir com fundos para uma segunda tentativa de pousar uma espaçonave israelense na Lua.

Kahn contribuiu com cerca de US$ 30 milhões do custo total de US$ 100 milhões do primeiro lançamento.

O projeto era um empreendimento conjunto entre a SpaceIL e a Israel Aerospace Industries, financiada quase inteiramente por doações privadas de conhecidos filantropos judeus, incluindo Kahn, Miriam e Sheldon Adelson, Lynn Schusterman e outros.

Kahn já havia anunciado, poucos dias após a tentativa frustrada, que estava lançando o projeto Beresheet 2, dizendo: “Começamos algo e precisamos terminar. Colocaremos nossa bandeira na Lua”.

Fonte: Guiame

Médico detalha dores enfrentadas por Jesus na crucificação na perspectiva clínica

Depois de uma década de estudos sobre a crucificação de Jesus Cristo, um médico norte-americano concluiu que, do ponto de vista clínico, o sacrifício do Filho de Deus ganha um significado ainda maior.

“Foi a pior forma de morte imaginável”, disse Joseph Bergeron, autor de A Crucificação de Jesus (The Crucifixion of Jesus, em inglês). “Os romanos já usavam o método três séculos antes de Jesus aparecer, então foi bem aperfeiçoado”.

Bergeron refutou a ideia de que Jesus teria sido sufocado enquanto estava pregado na cruz, como é dito por muitos líderes religiosos. “Ele conversou com o apóstolo João e com os ladrões que também foram crucificados, por exemplo. Quando você está lutando pelo seu último suspiro, você não tem interesse em continuar uma conversa”, disse à CBN News.

Mesmo sendo uma morte torturante, os romanos se asseguravam de que os crucificados não falecessem rápido. “Há referências literárias que mostram que muitos ficavam na cruz por uma semana. Quando você está sufocando, você não dura tanto tempo”, esclareceu o médico. “A crucificação foi uma morte lenta e torturante”.

Suor de sangue

A verdadeira causa da morte aparece nas palavras ditas por Cristo na Última Ceia, observa Bergeron. “Jesus nos disse como Ele iria morrer: ‘Este é o meu sangue, que é derramado por muitos para remissão de pecados (Mateus 26:28)’. Isso não é sufocamento. Isso é sangrar até a morte. Isso é choque. Essas são as complicações do choque”.

O termo médico usado por Bergeron é “choque hemorrágico traumático”. Essa poderia ser uma explicação para a ocasião no jardim do Getsêmani, quando Jesus suou sangue diante da angústia que estava por vir.

“Para ser sincero, eu nunca entendi isso ou pensei que tivesse acontecido”, admitiu Bergeron. “Mas estudando a crucificação extensivamente nos últimos 10 anos, eu entendi que o suor de sangue realmente acontece. Houve poucos casos. Eles sempre acontecem antes de ferimentos graves ou ameaça de lesão, geralmente antes da execução. O suor de Jesus em gotas de sangue significa que ele entendeu completamente o que estava prestes a acontecer”.

Surras violentas

Depois de ser detido por guardas e julgado pelo Sinédrio, Jesus foi surrado violentamente por soldados romanos. Na época, o governo de Roma não tinha autoridade para determinar a execução conforme a tradição judaica.

“Entenda que os romanos não gostavam dos judeus para começar. Eles eram antissemitas. Para essa pessoa cuja acusação foi basicamente uma insurreição política, nomear-se rei dos judeus teria aumentado sua raiva e piorado a surra”, comentou Bergeron. “Sua surra excedeu o que era típico para as vítimas da crucificação. Ele teve uma grande perda de sangue e ferimentos nos tecidos”.

O médico explica que Jesus teve dificuldade para carregar a cruz porque, durante o trajeto até o Calvário, estava começando a sentir os sinais do choque. “Todo mundo costumava carregar, mas Ele não conseguiu. Ele estava ficando fraco e entrando em choque naquele momento”, disse ele.

Dores da crucificação

A crucificação é classificada por Bergeron como “obscena”, devido à intensidade com que foi aplicada em Jesus. Ele explica que o choque em seu corpo foi tão traumático que sua morte foi mais rápida do que a média dos crucificados.

“Esta é uma complicação muito séria, difícil de controlar, mesmo em centros de trauma modernos”, conta o médico. “Na época de Jesus, não haveria tratamento e sua morte seria rápida. Isso explica por que Jesus morreu tão rapidamente; em seis horas, em vez de dias”.

O Filho de Deus morreu rapidamente, mas da forma mais terrível. Isso deixa Bergeron maravilhado com o nível de sacrifício.

“Saber que Ele se tornou um ser humano e veio aqui para retificar nosso relacionamento como humanos com Deus, restaurar a comunhão com Deus, é uma coisa incrível”, destacou.

O médico reconhece que é difícil lidar com todos os detalhes torturantes da morte de Cristo, mas acredita que informações como estas aumentam a devoção a um Deus disposto a descer à Terra e enfrentar tal dor e agonia, para que os humanos pudessem ser limpos de seus pecados ter acesso à eternidade.

Fonte: Guiame

Antes do nascimento já existem diferenças entre o cérebro masculino e feminino, comprova estudo

Existem diferenças significativas no modo como os cérebros masculinos e femininos funcionam durante a gravidez. O estudo científico “Diferenças sexuais na conectividade funcional durante o desenvolvimento do cérebro fetal” foi publicado no início deste mês pela Elsevier, maior editora de livros sobre medicina do mundo.

A pesquisa mostra o uso de tecnologia avançada de ressonância magnética (RM) em 118 fetos dentro do útero materno. Foram analisadas as conexões neurológicas entre diferentes áreas do cérebro, tanto para homens como para mulheres. Ficou constatado que há conexões entre partes do cérebro feminino quase inexistentes nos cérebros masculinos.

A conclusão dos pesquisadores é que “Este estudo demonstra pela primeira vez que o desenvolvimento da conectividade funcional do cérebro fetal varia com o sexo”. No entendimento deles, as redes cerebrais fetais constituem os “blocos de construção” para o desenvolvimento do cérebro durante o resto da vida do bebê.

Dr. Leonard Sax explica que mais essa comprovação de que há diferença na função cerebral num estágio de desenvolvimento em que o bebê não tenha sido exposto a nenhum tipo de influência social, é muito significativo.

“Acho que a importância desta pesquisa é que mostra que o cérebro de uma menina no útero é significativamente diferente do cérebro de um menino no útero, no mesmo estágio antes do nascimento”, asseverou Sax. Ele fez uma análise das conclusões do estudo para a revista Psychology Today.

“Em algumas partes do cérebro, as diferenças entre homens e mulheres foram realmente surpreendentes. O cérebro humano tem seu gênero antes do nascimento. Isso pode ser politicamente incorreto, mas é uma realidade empírica”, destacou.

Questionando a base da ideologia de gênero, que opera com teorias que consideram que “masculino” e “feminino” são construções meramente sociais, não uma realidade biológica.

Outra estudiosa a repercutir o estudo foi a Dra. Carol Hay, professora de filosofia na Universidade de Massachusetts-Lowell, crítica do uso de “gênero” e não mais de “sexo” por muitos cientistas.

“Acho que isso geralmente é motivado por uma agenda política particular, já que toda a ciência é motivada por uma agenda política particular”, resumiu. O fato de exames apontarem para essa diferença no pensamento já no útero corrobora com isso. “Essa afirmação de gênero é simplesmente como um ‘desempenho’ não é uma afirmação verdadeira. É uma afirmação falsa”, concluiu.

Fonte: Gospel Prime